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Daniel e Nando Croce terminam em nono na GT 3

 

 

Os pilotos jauenses da família Croce terminaram em 9º lugar a segunda prova da sexta etapa da GT Brasil, realizada hoje à tarde, em Interlagos. O resultado é o melhor entre dos três Vipers da equipe Blue Spirit, incluindo o carro do paranaense Wagner Ebrahim, dono da equipe. Com este resultado, Fernando ocupa a 16ª posição no campeonato, com 31 pontos, quatro a menos que Ernique Bernoldi, que já competiu na Fórmula-1. Daniel vem logo atrás de Nando, em 17º, com 24 pontos.

Para a prova de hoje, vencida por Valdeno Brito e Matheus Stumpf, líderes do campeonato, Nando Croce classificou-se em 11º lugar. Teve uma boa largada, mas aparentemente seu carro perdeu rendimento. Depois da troca obrigatória de pilotos, a confirmar, Daniel fez uma corrida de recuperação e terminou duas posições à frente da classificação no grid.

Na verdade, não consegui acompanhar a corrida pelo site que faz a cronometragem da corrida, que apresentou problemas. Mas prometo conversar com Nando esta semana para saber o que realmente aconteceu, porque a transmissão da Band pouco mostrou o carro dos jauenses. Aliás, como sempre, mostrou apenas os líderes da GT 3, os líderes da GT 4, e o apresentador Otávio Mesquita, que deve ser o dono da produtora que transmite as provas para a Band. Lamentavelmente.

 

 

 

 

 

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Nando e Daniel Croce repetiram o oitavo lugar na prova de hoje no RS

Outro resultado muito bom para os estreantes Daniel e Fernando Croce na GT3. Assim como aconteceu na prova de sábado, sétima etapa da GT Brasil, Daniel e Nando Croce chegaram em oitavo lugar na prova dos carros mais desejados do Brasil.  As provas aconteceram em  Santa Cruz do Sul.

Na primeira parte da corrida, com Nando Croce ao volante, o Viper 61 da equipe Blue Spirit largou em décimo terceiro lugar e, quando foi para o box para a troca de pilotos (obrigatória na categoria), estava em quinto lugar.

Tentei falar com Nando, mas não consegui. Talvez estivesse na estrada, viajando para Porto Alegre, ou já voltando de avião para São Paulo. Queria saber qual a razão de ele ter parado em quinto e Daniel só aparecer na décima terceira posição após o pit stop.

Seja lá o que tenha acontecido (e vou explicar isso neste mesmo post, atualizando quando tiver a informação), Daniel pilotou muito bem. Fez inúmeras ultrapassagens (inclusive sobre Pedro Queirolo, vencedor das duas provas do circuito do Anhembi) e recebeu a bandeirada em oitavo.

Mais uma vez, Daniel e Nando Croce chegaram na frente dos outros dois companheiros da equipe,  a dupla  Henrique Assunção e R.Kastropil  e  Wagner Ebrahim, dono da equipe, décimo colocado.

Nando Croce: do décimo terceiro ao quinto lugar até o pit stop.

Daniel e Fernando Croce terminam em oitavo em Santa Cruz do Sul

A dupla de pilotos jauenses Daniel e Fernando Croce chegou na oitava posição na sétima etapa do GT Brasil, disputada hoje à tarde em Santa Cruz do Sul (RS). Além de conquistarem o melhor resultado até agora na GT3 na temporada de estréia, Daniel e Nando Croce foram os melhores colocados da equipe Blue Spirit, que corre com Viper. O experiente piloto paranaense Wagner Ebrahim, dono da equipe, classificou-se em décimo segundo e a dupla H.Assunção/R.Kastropil chegou em décimo quarto. A prova foi vencida pela dupla Valdeno Brito e Matheus Stumpf, pilotando um Ford GT.

A segunda prova do final de semana da GT Brasil tem largada programada para acontecer às 12h30, com transmissão ao vivo pela Band. Fernando Croce vai largar com oViper 61 branco e azul na décima terceira posição.

Equipe Blue Spirit investiga acidente de Fernando Gomes Croce

Telemetria mostrou que o erro não foi do piloto do Viper 61, derrapando na curva.

A equipe Blue Spirit, pela qual correm os pilotos jauenses Fernando, Fernando Gomes Croce e Daniel Croce, abriu investigação para apurar as causas do acidente que aconteceu na 18ª volta da prova de Curitiba da GT3 Brasil. Antes mesmo de ser apurado o motivo, foi descartada pela telemetria da equipe a hipótese de erro de pilotagem de Fernando Gomes Croce.

Os motivos do acidente podem ser basicamente três: quebra de suspensão,  óleo na pista ou ainda alguma peça de outro carro que estaria no traçado do Viper 61 na Curva Sete, local onde aconteceu o acidente. A equipe está esperando que a seguradora libere o carro para que ele seja desmontado e se possa então saber se houve alguma outra avaria mecânica.  Conversei longamente com Fernando Gomes Croce sobre o acidente. Ele só reclama de algumas dores no corpo. Veja o resumo da entrevista, nas palavras do jovem piloto jauense:

“Os problemas começaram na sexta-feira. No treino livre, fiz o tempo de 1m18s7 com pneus que tinham rodado 170 kms. Quando coloquei pneus novos, que deveriam ser no mínimo um segundo e meio mais rápidos e me possibilitariam brigar pelos primeiros lugares na classificação, o tempo não caiu. Descobrimos que o lote dos pneus Michelan que usamos estava errado. Resolvemos usar os pneus Pirelli, e tivemos que mudar todo o set-up do carro”.

“Pedi para trocar o motor, que vinha sendo 25 km/h mais lento em relação aos outros. Não atenderam. Na prova de sábado, larguei em 14º e entreguei o carro para meu pai (Fernando Croce) em nono. Mas sofremos uma punição por ultrapassar a velocidade nos boxes. Mesmo assim, terminamos a prova em nono”.

“Na prova de domingo, só meu pai andou com o motor novo (trocaram e viram que eu tinha razão, porque encontraram um anel quebrado). Recebi o carro em sétimo lugar, dei uma volta e, na segunda, quando entrei na curva Sete, o carro chicoteou do nada. A telemetria provou que não acelerei mais do que devia. Ou os pneus que usamos, que já haviam provocado a quebra na suspensão do carro no treino livre, comprometeram a suspensão nova, ou houve alguma coisa anormal na pista. Estão investigando”.

“Pode escrever aí: na próxima prova, do Rio Grande do Sul, quem corre é o Daniel. Na seguinte, voltaremos a Curitiba. Como já conhecemos o circuito, vamos estar entre os seis primeiros. Sou eu quem está dizendo”.

Acidente tira pilotos jauenses da segunda prova da GT Brasil em Curitiba

Fernandinho bateu no muro na 18ª volta. Felizmente foi só um susto.

Um acidente na 18ª volta da segunda corrida da terceira etapa da GT Brasil tirou dos pílotos jauenses, Nando e Fernandinho Croce, a chance de conseguir a melhor classificação da dupla no campeonato da categoria Gand Turismo 3, na prova realizada ontem,  em São José dos Pinhais, na grande Curitiba. Ao entrar na curva Sete, que dá acesso à reta onde fica a linha de chegada, Fernandinho perdeu o controle do Viper 61 e bateu no guard rail. Após o acidente, Fernando Gomes Croce passou pelo ambulatório médico do autódromo (procedimento obrigatório na categoria) e saiu de lá caminhando, reclamando apenas de dores no corpo provocadas pela pancada.

Quem pilotou o carro na largada foi o pai de Fernandinho. Nando Croce largou em 17º e foi ganhando várias posições na pista, na melhor prova que disputou na GT3. Quando parou para a troca de pilotos (obrigatória), na 17ª volta, estava na sétima posição.

“Finalmente tivemos um carro muito competitivo aqui. Primeiro, fomos obrigados a treinar com pneus duros na classificação. Depois quebrou a suspensão e como o motor não rendia, tivemos que trocá-lo. Os mecânicos trabalharam até cinco e meia da manhã e o carro ficou ótimo”, comentou Nando, depois da prova.

“No warm-up percebi que nosso carro estava ótimo. Logo na largada fui pra cima dos adversários e passei, em uma só volta, um Ford GT e um Lamborghini. Fiz várias outras ultrapassagens. Me diverti muito. Quando entreguei o carro para o Fernandinho avisei que os pneus estavam muito desgastados. Ele assumiu e, na segunda volta, perdeu o controle do carro. Não sei dizer como isso aconteceu. Felizmente foi um acidente sem consequências. Fernandinho está bem e o carro quase não foi danificado”.

Na primeira prova do final de semana, Nando e Fernandinho largaram em 13º lugar e chegaram em nono.

Hoje, 10h45 na Band. Vamos torcer pra o Viper 61.

Os pilotos jauenses Fernando e Daniel Croce, da equipe Viper Blue Spirit, terminaram a primeira prova da segunda etapa da GT Brasil em 12º lugar, no autódromo de rua do Anhembi. A prova  foi vencida pela Corvette de Pedro Queirollo. Daniel e Fernando largaram na 13ª posição e conquistaram mais três pontos no campeonato.

O treino de classificação para a segunda prova começa às 7h45 e a corrida tem a largada prevista para às 10h45, com transmissão ao vivo pela Band. Vale a torcida. O carro dos pilotos jauenses é branco e azul, número 61.

GT Brasil fará preliminar da Fórmula-Indy

O Viper de Fernando Croce (nº 61), na cola da Ferrari de Antonio Pizzonia.

Começa amanhã a segunda etapa da GT Brasil, que terá neste final de semana mais duas provas, no circuito do Anhembi, em São Paulo. A corrida de hoje começa às 16h30 e a de amanhã, preliminar da etapa brasileira da Fórmula-Indy, tem a largada prevista para 10h45, com transmissão ao vivo pela Band. Dois pilotos jauenses vão se revezar no comando do Viper número 61: Fernando Croce e seu filho Daniel Croce, que corre pela primeira vez, dando início ao rodízio com o irmão Fernando Gomes Croce, que participou da primeira etapa.

“Se tudo correr bem, acho que teremos um desempenho melhor que o da primeira etapa, em Interlagos, onde nosso carro teve problemas na prova do sábado e não conseguimos dar nem a primeira volta. Na segunda prova, apesar da chuva, chegamos na nona colocação”, avaliou Nando Croce. “Digo isso porque correr na pista do Anhembi é novidade para todos os pilotos, ninguém andou no circuito”.

A pista do Anhembi tem uma das retas mais longas dos circuitos de rua. Nela os carros da GT3 devem alcançar 270 kms por hora, no trecho da Marginal do Tietê. Já os carros da Fórmula-Indy, que vão largar às 13 horas, devem chegar no fim do retão a 300 kms por hora. É velocidade para ninguém botar defeito.