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Sabe que dia é hoje? É Dia Internacional da …

Hoje é sexta-feira, né?

5 de agosto de 2011, certo?

Hoje é um dia importante. Muito importante. Para muita gente. Para mim, importantíssimo.

Sabe por quê? Não sabe? Então vamos fazer um teste. Vamos ver se você acerta.

Hoje é Dia Internacional da:

A – Anistia

B – Amizade

C – Astronomia

D – Sogra

Não sabe?

Não faz a menor ideia?

Então veja esse vídeo. Nem vou traduzir o que está escrito logo no começo dele. É o que menos importa. O importante está no fim, na tela que aparece nos últimos segundos.

Então, está esperando o que para comemorar este dia tão especial?

Esqueça o frio, o regime, a vontade de impressionar a namorada pedindo um vinho caro pra caramba, e comemore. Você não vai, justo hoje, abandonar sua grande companheira, não é?

Saúde! E viva do Dia Internacional da Cerveja!!!!!

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Você pagaria R$ 104,50 por uma fraldinha? E R$ 51,30 por um leitão assado no forno?

Que sair para comer em restaurante chique em São Paulo custa caro, todo mundo sabe. Mas a julgar pelo que ando lendo, até mesmo os paulistanos estão assustados com o valor das contas.

O jornalista e blogueiro Luiz Américo Camargo, do suplemento de gastronomia “Paladar”, que sai às quintas-feiras no Estadão, relata na sua coluna “Eu Só Queria Jantar”, publicada hoje, que até os gringos estão assustando com os preços.

Camargo esteve recentemente no Figueira Rubaiyat, um estrelado restaurante que fica na Haddock Lobo, nos Jardins. Por uma refeição completa (couvert, entrada, prato principal e sobremesa), pagou R$ 200,00. Sem bebida alcoólica.

Sabe qual foi o prato principal? Fraldinha. Tá certo que era fraldinha australiana. Mas mesmo que fosse de Marte, pagar R$ 95,00 por uma fraldinha é muito, né? Com 10% sai por R$ 104,50. A fraldinha estava ótima, garante Luiz Américo, veio acompanhada de batata e farofa, mas o preço é bem salgado, vamos convir.


Dias atrás, recebi de um amigo um PPS contando a história do restaurante mais antigo do mundo, o Sobrino de Botin, que fica em Madri. Fundado em 1.725, é um dos preferidos das celebridades. Até Ernest Hemingway escreveu sobre ele. Sua especialidade, como o Figueira Rubaiyat, são os assados.

O prato mais tradicional do Sobrino de Botin é o cochinillo assado (leitão mamão assado no forno de lenha). Preço: 22,50 euros. Ou, R$ 51,30. O cochinillo vem acompanhado de rodelas de abacaxi caramelado, em cesta de massa folhada.

O cliente também pode pedir uma refeição completa, o menu de verão da casa. Gaspazcho (sopa de legumes gelada), leitão assado, meia garrafa de vinho ou uma cerveja, e sorvete. Pagará pela refeição completa 40,20 euros, já com a gorjeta (7,5%) incluída no valor da conta. R$ 92,00 para comer ao lado da Plaza Mayor, em Madri, no restaurante mais antigo do mundo. E um dos mais badalados da Europa.

Tá certo que o real está valorizado, que somos um país emergente e que o Figueira Rubaiyat é um restaurante que mais parece um cenário, construído sob uma figueira centenária. Mas cobrar R$ 104,50 por uma fraldinha, aí já é demais. Não é à toa que Luiz Américo Camargo contou em sua coluna que ele deveria ser o único brasileiro no salão.

Cerveja gelada até o último gole. Na temperatura que você quiser.

 

Muito chique, né?

Também achei.

Este aparelho aí da foto chama “The Shaper Image”, ou “Ice Bucket”. Uma engenhoca eletrônica com ajuste para 10 temperaturas diferentes.

Você tira a cerveja da geladeira ou congelador, liga a máquina e determina qual temperatura você quer manter a bichinha.

Se ela estiver a zero grau, você regula na mesma temperatura e a cerveja se mantém assim até o último gole.

Se estiver lá embaixo na geladeira, tudo bem. Regula a temperatura que quer tomar, coloca na máquina e em alguns minutos ela chegará na temperatura que você escolheu. Quando chegar, o LED azul pisca algumas vezes para te avisar e depois apaga.

Na verdade ela foi feita para gelar vinho. Mas como pode ser usada para gelar outras coisas também, fiz o teste com cerveja. Funcionou perfeitamente. Maravilha.

Amigos cervejeiros, o futuro chegou.

Adeus cerveja esquentando dentro daqueles isopores mal cheirosos.

Testei ontem à noite e posso garantir para vocês: esta máquina é o que há.

Lombo assado com pêssego em calda, manteiga aromatizada de alecrim e cebolas carameladas na marinada.

Toda vez que vou cozinhar leio várias receitas. Depois, vou no Youtube e assisto vários vídeos para ver como chefs e curiosos fazem o prato. Misturo receitas, elimino o que não gosto, aproveito idéias que acho interessantes e monto minha receita.

Temperei o lombo (um quilo e meio) com suco de dois limões, sal grosso moído, uma pitada de pimenta do reino também moída na hora, uma cebola média em fatias finas, três dentes de alho bem picados, mostarda em grão, um copo de vinho branco seco, uma colher de sopa de Fondor, um punhado de cominho, cinco folhas picadas de louro e deixei três horas dentro de um saco plástico, na geladeira, para pegar gosto.

Numa tigela, misturei um terço de manteiga fresca (embalagem de 200 gramas, é isso?), um bom ramo de alecrim picado grosseiramente e seis metades de pêssegos em caldas, cortados em cubos.

Cortei o lombo no sentido vertical, a partir de três dedos de cada lado das pontas, e recheei a carne com o pasticho acima. Amarrei com barbante e coloquei papel alumínio na assadeira. Sobre o papel, foi tudo que tinha na marinada: cebola picada, alho idem,caldo e outras metades do pêssegos em cubos. Nesta caminha, dica do Wessel, em outra receita, coloquei o lombo, cobri e coloquei no forno, pré-aquecido. Uma hora no alto. Tirei o papel alumínio e assei por mais meia hora, regando cada 10 minutos.

Ficou ótimo, para quem gosta de salgado com doce. Comemos com arroz branco e farofa. Vera acrescentou feijão.