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#ForçaRicardoGomes

Não conheço o Ricardo Gomes, técnico do Vasco que trabalhou no São Paulo no ano passado. Mas tenho uma ótima impressão dele. Tem jeito de ser ultra do bem. Pois hoje à tarde, durante o jogo do Vasco e Flamengo (0 a 0), ele se sentiu mal, foi atendido no ambolatório do Engenhão e removido para o Hospital Pasteur, no Rio.

As notícias que estão circulando no Twitter são muito preocupantes. Dizem que o estado do técnico é crítico, corre risco de morte e que o comprometimento da área afetada no cérebro por um AVE (Acidente Vascular Encefálico) é de 80%. Se sair dessa, as sequelas serão inevitáveis.

A tag  #ForçaRicardoGomes é a primeira das mais citadas entre os tuiteiros. Faço questão de me juntar a eles.

Atualizando: a cirurgia durou perto de três horas e, segundo médicos, foi bem sucedida. Nova avaliação será feita em 72 horas.

Cartaz no Carrefour oferece um produto pelo preço de três

E o pessoal do Twitter não perdoou mesmo, né? Olha a derrapada aí. Aconteceu na loja da avenida Ricardo Jafet, em São Paulo.

 

 

 

 

Estádios da Copa de 2018 vão ficar prontos antes dos nossos.

Você já viu algum vídeo promocional da Copa de 2014? Procurei no Youtube e só encontrei um. Bem tosco, por sinal. Antigo e mal informado. Nele, aparece o Morumbi como o estádio que vai receber jogos da Copa em São Paulo.

Enquanto ainda se discute quem vai pagar para desviar a tubulação que está sob o terreno de Itaquera onde será construído o estádio do Corinthians, sabe-se lá por quanto, a Rússia, sede da Copa de 2018, já está divulgando vários vídeos do Mundial que vai promover.

De dar água na boca. Embora tenha sete anos pela frente para construir estádios, boa parte das sedes está com inaugurações previstas para o ano que vem. Isso mesmo. Alguns estádios vão ficar prontos antes que os nossos. Não acredita? É só clicar AQUI.

Você pagaria R$ 104,50 por uma fraldinha? E R$ 51,30 por um leitão assado no forno?

Que sair para comer em restaurante chique em São Paulo custa caro, todo mundo sabe. Mas a julgar pelo que ando lendo, até mesmo os paulistanos estão assustados com o valor das contas.

O jornalista e blogueiro Luiz Américo Camargo, do suplemento de gastronomia “Paladar”, que sai às quintas-feiras no Estadão, relata na sua coluna “Eu Só Queria Jantar”, publicada hoje, que até os gringos estão assustando com os preços.

Camargo esteve recentemente no Figueira Rubaiyat, um estrelado restaurante que fica na Haddock Lobo, nos Jardins. Por uma refeição completa (couvert, entrada, prato principal e sobremesa), pagou R$ 200,00. Sem bebida alcoólica.

Sabe qual foi o prato principal? Fraldinha. Tá certo que era fraldinha australiana. Mas mesmo que fosse de Marte, pagar R$ 95,00 por uma fraldinha é muito, né? Com 10% sai por R$ 104,50. A fraldinha estava ótima, garante Luiz Américo, veio acompanhada de batata e farofa, mas o preço é bem salgado, vamos convir.


Dias atrás, recebi de um amigo um PPS contando a história do restaurante mais antigo do mundo, o Sobrino de Botin, que fica em Madri. Fundado em 1.725, é um dos preferidos das celebridades. Até Ernest Hemingway escreveu sobre ele. Sua especialidade, como o Figueira Rubaiyat, são os assados.

O prato mais tradicional do Sobrino de Botin é o cochinillo assado (leitão mamão assado no forno de lenha). Preço: 22,50 euros. Ou, R$ 51,30. O cochinillo vem acompanhado de rodelas de abacaxi caramelado, em cesta de massa folhada.

O cliente também pode pedir uma refeição completa, o menu de verão da casa. Gaspazcho (sopa de legumes gelada), leitão assado, meia garrafa de vinho ou uma cerveja, e sorvete. Pagará pela refeição completa 40,20 euros, já com a gorjeta (7,5%) incluída no valor da conta. R$ 92,00 para comer ao lado da Plaza Mayor, em Madri, no restaurante mais antigo do mundo. E um dos mais badalados da Europa.

Tá certo que o real está valorizado, que somos um país emergente e que o Figueira Rubaiyat é um restaurante que mais parece um cenário, construído sob uma figueira centenária. Mas cobrar R$ 104,50 por uma fraldinha, aí já é demais. Não é à toa que Luiz Américo Camargo contou em sua coluna que ele deveria ser o único brasileiro no salão.

Hospital Amaral Carvalho é líder no ranking nacional de transplantes de medula óssea

O Hospital Amaral Carvalho é o hospital que mais faz transplantes de medula óssea no Brasil.

Dos 1.581 transplantes realizados em todo o território nacional, nada menos que 211 foram feitos aqui em Jaú, o que corresponde a cerca de 14 por cento do total dos transplantes realizados no ano passado.

O resultado divulgado pela Associação Brasileira de Transplantes de Medula Óssea reafirma o que já havia acontecido no ano anterior, quando o Hospital Amaral Carvalho também tinha sido o hospital que mais transplantes de medula óssea fez no Brasil, superando hospitais de todas as capitais brasileiras, incluindo entre eles os das grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Na figura do responsável pela unidade de transplantes de medula óssea, o amigo dr. Mair Pedro de Souza, nosso blog manda um forte abraço a todos que trabalham no hospital, um dos orgulhos de nossa cidade.

(Colaboração de José Eduardo Victor, via Consulado Jahuense)

Diva é diva. Vai multar? Vamos ver para quem sai sobrar, se sobrar.

Diva é diva. Não há lei antifumo que resista. A maravilhosa diva Catherine Deneuve está no Brasil, divulgando seu novo filme, ” “Potiche: esposa troféu”, comédia de François Ozon.

Em entrevista coletiva em São Paulo, acendeu um cigarro em um hotel, foi simpaticíssima e não deu a menor bola para a Lei Anti-Fumo de José Serra.

Agora, estão tentando encontrar quem vai pagar a multa. Será que vão cobrar?

O encanto das Caixas de Música, em exposição na FIESP.


Talvez o único brinquedo da infância que tenha chegado à minha idade adulta foi uma caixa de música. Eu a namorei na vitrine da Casa Maitino (só os da minha idade podem se lembrar desta loja) da Rua Tenente Lopes por muito tempo e, para meu encantamento, foi um dos presentes que recebi no Natal.

A caixa imitava um rádio da época. Na parte interna, era um pequeno palco onde, quando se abriam as portinhas, uma delicada bailarina, vestida de azul, punha-se a dançar sobre um piso de veludo vermelho, num cenário de espelhos.  Lembro-me até que ela só tinha a saia de dois babados. A parte de cima era o corpo da boneca pintado de branco, imitando um tomara que caia. Resistiu enquanto pôde às minhas filhas, mas não suportou um ataque furioso da Honey, nossa boxer tão querida como geniosa quando fica sozinha. Curti infinita tristeza por bom tempo.

Vem daquele desejado presente minha paixão por caixas de música. Costumo dizer que se fosse rica, ainda que tardiamente, começaria uma coleção delas.

Qual não foi minha surpresa quando, ao chegar a São Paulo, na quarta passada, minha filha e meu genro me contaram que havia uma exposição de caixas de música na FIESP, na Paulista, bem perto do apartamento da Mariana. Lógico, lá fui eu visitar.

Um encantamento! Esta é a palavra mais adequada para descrever a exposição. Tem todo tipo e tamanho de caixas de música. Para se ter idéia do tamanho da diversidade, partindo de exemplares antiquíssimos, do início do século XIX, chega-se a uma, contemporânea, que só toca músicas dos Beatles. Simples e sofisticadas, enormes e minúsculas, movidas por corda e eletricidade, enorme variedade está exposta, passando até por gramofones e realejos magníficos.  As guias, muito bem preparadas, podem acompanhar os visitantes passando muitas informações e contando curiosidades sobre as peças.

O título é pomposo: “A Arte na Mecânica do Movimento”. A exposição fica aberta ao público até dia 30 de junho. Aconselho. Quem for a São Paulo com tempo não pode perder! Se quiser saber outras informações, clique AQUI.

Vera Schwarz