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Coisas da “Terrinha”, pá.

Essa história aconteceu na cidade de Portimão, na região do Algarve, Portugal. Assim como muita coisa que circula na internet, as informações não são precisas, mas neste caso isso pouco importa. Vamos a ela, bem resumidinha.

O prefeito da cidade (não se sabe o nome e nem quando) decidiu asfaltar o centro, que tinha as ruas cobertas por paralelepípedos, como em muitas cidades da Europa. Só que nem bem o asfalto havia coberto as pedras, o trânsito foi liberado, para veículos e pedestres. Deu no que deu. Melhor vocês assistirem ao vídeo. Se quiserem assobiar o “Vira”, não faço nenhuma restrição. Coisas da “Terrinha”, pá.

Prefeito, o assunto é muito sério: vai deixar fechar a Pró-Meninas?

Desta vez não vou falar da administração municipal, nem da Prefeitura. É  curto, grosso e direto: prefeito Osvaldo Franceschi. Se preferir, Dr. Osvaldo. Vai deixar fechar a Pró-Meninas? Vai mesmo? Não vai agir rapidamente? Vai ficar com cara de paisagem, esperando o desfecho do caso, vendo cerca de 50 meninas carentes ficarem sem aula,  sem merenda, a partir de de amanhã? Não dá pra acreditar, Dr. Oswaldo.

Dra. Caroline, interceda já, porque é sua área.

Não dá para acreditar que uma entidade que foi criada para ser uma espécie de Polícia Mirim das meninas vai fechar suas portas porque foi furtada pela quinta vez em 30 dias, conforme afirma a presidente da entidade Isabel Cristina Freire.

Roubaram tudo. Limparam! Será que esta Prefeitura, que faz contratos de milhões de reais com um  monte de empresas, não pode pagar uma firma de segurança para evitar isso?

Tem cabimento comprar lousas digitais, Legos, pagar SEIS MILHÕES DE REAIS para pintar faixas nas ruas e instalar radares e não cuidar de uma entidade que abriga 50 meninas que precisam de socorro do Poder Público?

A Pró-Meninas recebia, até abril, R$ 3,4 mil mensais da Prefeitura. Não teve o convênio renovado porque, sem saber, devia taxas referentes à construção de nova sede, que está levantando no Jardim Santo Ivo. Essa sede, construída com a ajuda da população, poderia livrar a administração de um dos muitos aluguéis que paga mensalmente. Mas, na tanga que está, vai fechar as portas.

Faça um favor para Jaú, prefeito Dr. Osvaldo. Resolva isso. Rápido. Mande embora alguns dos muitos “companheiros” indicados pelos partidos que brigam pelo poder na sua administração e contrate uma empresa de segurança para cuidar da sede da Pró-Meninas.

E agindo rápido não vai fazer nenhum gol de placa. Não fará nada mais que sua obrigação.

Governo do Estado doa 13 prédios de escolas para Jaú. Legal, né?

O governador Geraldo Alckmin  sancionou o Projeto de Lei (348-11) em que o Estado transfere para os municípios de São Paulo 1.675 imóveis onde estão instaladas escolas da rede de ensino que foram municipalizadas. Jaú ganhou 13 prédios, entre eles a escola “Dr. Pádua Salles”, prédio tombado pelo Patrimônio Histórico. O valor total da doação para o município é muito expressivo: R$ 11. 392. 688, 00.

Legal, né?

Legal coisa nenhuma. Maior fria. Bucha.

Modestamente, e com todo o respeito, não aconselho o prefeito Oswaldo Franceschi a colocar esta doação na lista de suas conquistas. Sabe por quê? Porque o decreto de doação que entrou em vigor ontem tem uma cláusula digamos, safadinha, para não dizer muito sacana para quem mora nos municípios “beneficiados” com a bondade do governador. Olha ela aqui:

“Pela medida, os prédios das escolas passam a ser patrimônio do município, que passa a ser responsável por toda a administração, manutenção e melhorias dos imóveis”.

O governador Alckmin, que  levou dois terços dos votos nossos, amigão da cidade, devoto de Frei Galvão como nós, acaba de doar para Jaú 13 prédios pra gente cuidar. Obrigado, governador. Estamos nadando em dinheiro. A gente dá manutenção na parte elétrica, hidráulica, reforma e pinta todas essas escolas que o Estado tinha a obrigação de manter e levanta os muros que estão caindo, como no caso do “Dr. Domingos de Magalhães”. Ótimo. Então tá. Legal mesmo. Tá sobrando dinheiro aqui. Presentão. Ganhamos mais um enorme…

A faca está afiada, prefeito? Vai descascar? Cai fora.

Se eu fosse prefeito não assinaria as escrituras. Escolas estaduais são responsabilidade do Estado. Ele que cuide dos prédios dele. Até porque quero ver se algum um governador tem a coragem de vender escolas para reforçar seu caixa. Só se for maluco. Dá notícia na CNN e na BBC de Londres. Esquece.

Agradeça e devolva o presente, prefeito. O abacaxi é dele. Ele que descasque.

Kakai se livra de dois processos. E dispara contra Franceschi.

“Tenho pena dessa cidade onde nasci, onde nasceu meu filho, e que está nas mãos dessa gente. O prefeito age como agem os prefeitos que querem esconder o que fazem e, ao agir assim, tem o meu desprezo. Age como os que não sabem o que é democracia e trata o público como se privado fosse. Nós temos que abrir os olhos. Ninguém está acima da lei. A cidade vive um período triste. A liberdade de expressão está sendo punida. Vamos ter que trabalhar anos para reconstituir a auto-estima e a esperança da cidade”

Toffano diz no Facebook que quer a presidência do PV em Jaú

O ex-deputado José Paulo Toffano postou, há cerca de 15 minutos, na sua página do Facebook, que quer retomar a presidência do PV em Jaú, hoje em mãos da superintendente do Saemja, Claudia Baccaro.

“Entramos na política pelos amigos. E não saímos pelos inimigos”. Quero a presidência do Partido Verde de Jaú para mandar para a comissão de ética quem realmente merece. Não se mexe com quem estava quieto!

Num post anterior, colocado no ar por volta de meio-dia, deixou claro seu rompimento com o prefeito.

Quero externar a todos que as alterações realizadas no Partido Verde de Jaú tem meu repúdio. Golpe no tapetão. Não participei das discussões e exigi a retirada do meu nome do novo comando, colocado sem minha autorização e consulta. Mais um episódio dessa triste realidade que ajudei a criar chamada Osvaldo Franceschi.