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Apresentadora vira “fantasma” durante telejornal da ABC

A apresentadora Lara Spencer, da rede de TV norte-americana ABC, uma das maiores emissoras do mundo, entrou pra história. Na edição de anteontem do programa “Good Mornging America”, que inspirou a Globo a lançar o “Bom Dia Brasil” e todos os outros “Bom Dia”, Lara flutuou.

Lógico que ela não virou fantasma durante o programa. Spencer apenas estava vestindo uma blusa verde, da mesma cor que o pano de fundo usado para fazer “chroma key”, um recurso muito usado no cinema e na TV para “tirar o fundo” do local onde as pessoas gravam e substituí-lo por outro mais bonito ou eficiente.

Tão engraçado quanto o imprevisto foi a reação da apresentadora de Los Angeles, que parecia não entender nada do que se passava. O fato foi tão inusitado que ela acabou virando notícia. Confira que é bem divertido.

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Você já descobriu a tecla “Mute”? Descubra. Vale a pena.


Em todo controle remoto de qualquer aparelho de TV tem lá um botãozinho chamado “Mute”. Ou “Mudo”. Como tenho hábito de ler manuais de aparelhos, aprendi que eles servem, entre outras coisas, pra gente apertar o bichinho quando, por exemplo, toca o telefone.  Passei anos ignorando esse botãozinho. Hoje uso muito.

Tem coisas que não já não consigo mais engolir. Não suporto ver na televisão os comerciais das Casas Bahia, Magazine Luiza, anúncios de varejo em geral. Locutores berrando alucinadamente, como se a gente fosse surdo. Eles me irritaram durante muito tempo, mas hoje tenho o antídoto para esses caras: a tecla “Mute”.

O mais divertido nessa história é que você não perde uma oferta. Esse tipo de comercial nem precisaria ter áudio. Tá tudo escrito na tela. O modelo da TV, quantas polegadas, o preço à vista, o número de prestações… tudo lá. Experimente. Você não vai perder nada se apertar o tal botãozinho.

É uma pena que a gente não pode apertar a tecla “Mute” em outras situações. Quando passa uma moto barulhenta. Quando param em frente da nossa casa os vendedores de pamonhas quentinhas, de peixes e sardinhas prata. Quando alguém desembesta a falar sem parar. Ou quando você encontra um cara implicante, ranzinza.  Um dia vão inventar um aparelho discretinho, pra levar no nosso bolso. É só apertar o botãozinho e pronto. Ninguém iria perceber. Incomodou, vai para o espaço.

Fazia muito tempo que não via novela porque odeio gente gritando. Na semana passada, Vera resolveu assistir os últimos capítulos da novela das nove da Globo. Dois ou três. Fiquei aqui, no meu note, “twitando”. De vez em quando dava uma olhadinha. É sempre a mesma coisa: gente brigando, gente gritando. Tenho comigo uma tese. Acho que os redatores de novela são obrigados a colocar nos roteiros gente gritando, que é para acordar as velhinhas e velhinhos que cochilam durante os capítulos. Deve ser isso.

A palavra “galera” reina soberana entre os chavões. “Vamos lá, galera”. “Oi galera do Vídeo Show”. Coisa mais brega. Só perde para a expressão “com certeza”, que campeia as entrevistas paupérrimas em que o repórter faz uma pergunta óbvia e o entrevistado responde o óbvio: “com certeza”.

Tem mais. Acho forçar a barra chamar favela de “comunidade”. Será que é pra ficar mais chique? Favela é favela. Ponto. Lá dentro pode ter várias comunidades, nunca uma só. Também implico quando vejo loja de “materiais” de construção. Material é coletivo. Já diz tudo. Um monte de coisas.  Cimento, tijolo, areia, ferragem, tinta. Tudo isso é material de construção, não materiais de construção.

Chega de implicar. Estou parecendo um velho ranzinza. Quando isso começa a acontecer é porque está na hora de arrumar a tralha (substantivo coletivo também, como material) e passar uma tarde no pesque-solte. Na tralha levo carretéis de linha, anzóis, chumbadas, canivete, balança, bóias. Chama tralha e não “tralhas”. Nossa, estou começando a implicar de novo. Hora de terminar. Antes que alguém dê um “Mute” em mim.

(Artigo publicado no “Comércio dia 23/01/2011, atualizado.)

TV ao Vivo tem essas coisas: Ana Maria Braga.

Não pensem que só em emissoras mambembes o cenário apronta com apresentadores, não. Acontece com todo mundo. Até na toda poderosa Globo.

Este vídeo mostra o que aconteceu no cenário novo, no Projac, com a apresentadora Ana Maria Braga. É só clicar na flechina pra ver.

Comercial antigo. Bota antigo nisso.

Outro dia postei aqui um comercial do Mini, aquele simpático carrinho muito usado na Europa. Tá na página 2 deste blog.

O pessoal mais novo não deve ter idéia de como eram os comerciais antigamente. Vou postar aqui um, para ver se a moçada vai gostar. Tenho um estoque legal. Se der IBOPE, vou postando uns flash-backs de vez em quando. Claro que o pessoal mais velho vai lembrar. Então, aproveitem para matar saudades.

Vamos começar com o filme de um carro que hoje só deve ser encontrado com colecionadores. Prestem atenção na trilha sonora. 

Papagaio de pirata mala causa estresse

Essa também seria da série TV ao Vivo, mas como foi uma reportagem gravada (e algum editor da TV resolveu distribuir na net) vamos deixá-la como vídeo mesmo.

Uma repórter está gravando um boletim sobre trânsito em Porto Alegre. Daí aparece um papagaio de pirata (aqueles caras que fazem tudo para aparecer na TV) muito chato e … bem, é só clicar aí embaixo que vocês vão se divertir. Achei engraçado e divido com vocês.

TV ao vivo tem dessas coisas…

Fazer TV ao vivo não é fácil. Vira e mexe acontece uma lambança. Não importa se a emissora é pequena, do interior, ou se é top de linha. Vamos começar a mostrar alguns deslizes para vocês. Essa aconteceu no Fantástico, em julho do ano passado.

A mulherada está brava

A mulherada anda brava por aí.

Na Itália, querem o pescoço do Berlusconni, só porque ele promove umas festinhas animadas com garotas de programas. Mal comparando, Berlusconni seria por aqui um Roberto Marinho separado, dono da maior rede de TV privada da Itália,  presidente do Flamengo e, mal comparando mais ainda, um presidente do Senado, tipo Sarney.

Na França a coisa também não anda nada boa. Johann Blazy, de 29 anos, criou um site oferecendo faxineiras que usam roupas sexy. O site está dando o maior IBOPE. “Está escrito no contrato que os clientes não têm direito de tocar a lady clean nem filmá-las”, afirmou Blazy ao jornal Le Parisien.  Mas os protestos não param de crescer.

A prefeita-adjunta de Montpellier, Françoise Prunier, diz que a Sensual Clean Service “faz uma mercantilização inaceitável das mulheres”.

Em poucas semanas, a empresa que lançou o site, em Toulouse, passou a oferecer faxineiras para quase todo o país. Em razão da forte demanda”, Lara, “lady clean” de Paris, não está disponível atualmente e informa que as reservas dessa faxineira só podem ser feitas a partir de 21 de fevereiro.

Mais ou menos como marcar consultas em alguns planos de saúde, entendem?

(Para ler a notícia completa, clique em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/02/110216_faxinasexy_is.shtml )