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Ingleses podem ter carros com ruído personalizado

Pagode ou axé?

Sucesso inquestionável no Salão de Automóvel de Frankfurt, Alemanha, os veículos elétricos e híbridos como este aí da foto já estão no centro de uma polêmica que promete dar muito pano pra manga não só na Inglaterra, onde a lebre foi levantada, mas em toda Europa e pode até chegar aqui.

Responsáveis pelo trânsito da Grã-Bretanha estão estudando uma lei que vai obrigar os fabricantes dos carros elétricos a introduzir um sistema que produz algum tipo de ruído quando o veículo estiver em movimento. Alegam que, como eles rodam no mais absoluto silêncio, podem provocar acidentes. Pedestres e ciclistas, dizem esses estudiosos, são os mais vulneráveis porque dificilmente poderão perceber a aproximação de um veículo que não emite ruídos.

Como em toda boa discussão, palpites não faltam. Há quem diga que a introdução do sistema de ruídos vai encarecer o produto final. Outra corrente defende que seria uma boa opção se o fabricante instalar um sistema mais simples e deixar por conta do proprietário o ruído que ele quer produzir. Uma espécie de som personalizado, como os toques de celular.

Enquanto a discussão está rolando na Inglaterra tudo bem. Mas se vencer a corrente do ruído personalizado por lá e a moda chegar por aqui estaremos todos irremediavelmente fritos. Vai ser um festival de pagodes e axés que ninguém nasceu pra merecer. Deus me livre disso.

Lápis de queijo parmesão. Em três sabores.

A agência de publicidade alemã Kolle Rebbe é considerada uma das mais criativas da Europa, pela diversidade de suas campanhas e pelas múltiplas plataformas que utiliza para satisfazer seus clientes.

No mercado há 15 anos, recentemente marcou mais um gol de placa. Criou para um cliente de área de laticínios o lápis de queijo parmesão. Isso mesmo, parmesão em forma de lápis, daqueles que a gente pode até levar no bolso.

Cada embalagem trazia três lápis de queijo e um apontador. Um lápis de parmesão aromatizado de trufas, outro de pesto e o terceiro de pimenta. E daí você vai perguntar: pra que serve o apontador? Para “apontar” o lápis, ora!

Explico: ao “apontar” o lápis você vai espalhando no prato o parmesão raladinho na hora. Uma tabela nos lápis e no verso do pacote não apenas lista quanto de queijo é preciso ser “apontado”  para cada prato (salada, massas, pizzas) como informa também quantas calorias cada porção contém.

Ótima idéia, não é? Mas como nem tudo o que reluz é ouro, mesmo que você viaje para a Alemanha amanhã não vai poder comprar o lápis de parmesão. É que foram fabricados apenas 500 exemplares e, obviamente, eles se esgotaram em pouquíssimo tempo.

Até agora ninguém (nem o fabricante, muito menos a agência Kolle Rebbe) se pronunciou oficialmente se o lápis de parmesão ralado na hora será produzido em grande escala, dado o sucesso que fez, ou se foi só mais uma criativa ação de marketing, para chamar a atenção dos consumidores para o sabor dos queijos que há tempos são vendidos em pacotinhos.

A estranha história dos pepinos assassinos que está intrigando a Europa

A história ainda não está bem contada e certamente vai tomar conta dos noticiários de TV nesta noite e nos próximos dias. O que se sabe, até agora, é que 14 pessoas já morreram e quase 400 estão doentes, contaminadas por uma bactéria chamada “Escherichia coli”. A doença é considerada muito grave, porque não pode ser combatida com antibióticos.

As primeiras notícias dizem que a maioria das pessoas infectadas mora no Norte da Alemanha e teria consumido pepinos crus, importados da Espanha. Mas há registros de pessoas que ficaram doentes em outros países por terem comido alface e tomates. São conhecidos alguns casos na Suécia, França, Reino Unido, Dinamarca e Holanda. A região de Hamburgo é o principal foco da doença.

Depois da doença da vaca louca, muitos europeus deixaram de comer carne vermelha e se tornaram vegetarianos. Agora, com essa história de pepinos assassinos, vão comer o quê?

Frank: o Demetrius quer o dinheiro de volta!

Acontece cada uma nesse mundo…Essa história foi publicada no “Bild”, o jornal mais bem conceituado da Alemanha. Veja se dá para acreditar. É sobre uma briga de vizinhos. E jornal sério publica matéria sobre briga de vizinhos? Essa tinha que publicar.

Demetrius Soupolos e sua a mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não poderia ter filhos. Então os dois resolveram contratar Frank Maus, um vizinho casado, pai de dois filhos, para engravidar dona Traute. Fizeram até um contrato. Frank comprometeu-se a fazer três tentativas por semana durante seis meses. Como o acordo era uma coisa séria e ninguém costuma trabalhar de graça, Demetrius comprometeu-se a pagar ao vizinho dois mil euros (cerca de R$ 5.700 reais) para Frank trabalhar, digamos, mais bem estimulado. E pagou adiantado.

Papo vai, papo vem, passa um mês, nada. No mês seguinte, nada também. Seis meses se foram, Frank trabalhando duro três vezes por semana, e nada de dona Traute engravidar.

Com toda razão, Demetrius ficou macho e exigiu que Frank fizesse um exame. Então o Frank dançou. O resultado do exame mostrou que Frank também era estéril. Como assim, estéril? Afinal, o cara tinha dois filhos. Daí não teve jeito, né? A patroa de Frank abriu o jogo e teve que contar que os filhos não eram dele.

Agora Demetrius quer porque quer seu dinheiro de volta. E Frank se recusa a pagar. Jura que no contrato que assinou não deu garantia alguma de que conseguiria engravidar dona Traute. Só garantiu que durante seis meses tentaria três vezes por semana. E ponto final.

O caso foi parar na Justiça de Sttutgart, Alemanha. Dá para imaginar a cara do juiz quando for julgar esse caso? Por enquanto não descobri as fotos desses personagens. Mas assumo aqui com vocês um compromisso: se essas fotos aparecerem, o blog vai publicar. Ah, vai…