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O casamento do príncipe William e Kate já aconteceu. Aqui.

A T-Mobile é uma empresa alemã de telefonia celular que expandiu seus negócios por vários países da Europa e Estados Unidos. Além de prestar serviço ela própria fabrica seus aparelhos, considerados dos melhores do mundo.

Apostando na força da internet, lançou recentemente um vídeo viral (para ser espalhado como vírus) que está entre os mais vistos do You Tube, com quase cinco milhões de acessos. Uma “homenagem” aos noivos da realeza britânica William e Kate, que se casam no fim do mês. Uma performance tão caprichada como engraçada, com sósias da família real. Vale a pena ver.

Jogador alemão atende celular durante o jogo

Se não fosse gravado por um cinegrafista amador seria difícil de acreditar. Mas está aí embaixo, para quem quiser ver.

Durante um jogo do campeonato da Sétima Divisão da Alemanha (tipo campeonato amador), o líbero Matthias Hilbrands, do SV Ems Jemgum, que jogava contra o Fortuna Veenhusen, foi até a beira do campo para atender o celular.

A bola estava em jogo. O goleiro adversário foi repor a bola para seu lateral e Hilbrands, com o fone na mão,  entrou em campo para disputar a jogada. Se você fosse o juiz, que que faria?

 

Meu amigo Dr. Cooper, o inventor do celular.

Outro dia vi na Globonews uma entrevista com o engenheiro que inventou o celular. Esse velhinho simpático aí ao lado, chamado Dr. Marty Cooper. Sabe quanto ele ganhou com a invenção? Um dólar. Tava lá no contrato que assinou com a Motorola: tudo o que ele inventasse, ganharia um dólar. Disse que saiu da empresa 29 anos depois, feliz da vida, porque a Motorola proporcionou a ele 29 anos de felicidade. Aposentou-se e vive numa praia da Flórida.

Dr. Cooper e eu temos algumas coisas em comum. Não nos damos bem com celulares modernos. São muito complicados. Celulares, para nós, são telefones móveis. Sabe por que Dr. Cooper inventou o celular? “Porque as pessoas precisam se locomover”. Apenas por isso.

Ao contrário de minha filha Mariana, que trabalha com tecnologia e só não trata dentes pelo celular, telefone móvel para mim, com um pouco de exagero, é pra ser precavido em viagem. Deu problema no carro, ligue para seu mecânico, se não tiver, nos próximos 500 metros, pra frente ou pra trás, e caso não esteja chovendo, um aparelho da concessionária da estrada para pedir socorro.

Celular é telefone, e de emergência. Pra mim é isso. Outra: se já não gosto de falar em telefone fixo, ouvindo bem, imagine em celular, que a gente escuta uma parte da conversa, pede pra repetir, passa um carro e a gente perde outra parte da conversa. Deus me livre.

Meu amigo Dr. Cooper, como eu, adora internet. Twitter, Facebook, Orkut. O velhinho é ligado. Também sou, tirando o Orkut.  Mas disse na entrevista que o telefone tijolão (pesava mais de um quilo com bateria que durava 20 minutos) não foi feito pra isso.

Fecho com ele. Claro que não. É complicadíssimo tentar teclar naquele aparelhinho minúsculo. Pra moçada é moleza. Mas pra gente é complicado. Nem usando óculos dos bons. Só sai lambança. Vão pensar, com razão, que a gente é analfabeto, não é amigo Cooper? Temos nomes a zelar e não vamos arriscar o que fizemos de bom mandando recadinhos com erros de Português, no meu caso, e de Inglês, no seu.

Também concordamos que celular não é câmera fotográfica. Tudo bem, alguns celulares são poderosos. Mas quem gosta de fotografar usa uma câmera. Foi feita pra isso. Preferia as antigas, aquelas que a gente ajustava a luminosidade, o foco, escolhia a ASA do filme, de acordo com a velocidade, de acordo com o tema que a gente ia fotografar…

Não há como negar que as digitais são muito mais práticas, econômicas e a gente não precisa esperar para revelar o filme e pagar pela cópia. De quebra, pode corrigir os erros no Photoshop. Nem todos, é verdade. Tá certo que tem artistas que transformam indiscutíveis barangas em incríveis objetos de desejo que fazem os marmanjos babar. Mas isso é coisa de artista. Complicado mesmo.

Outro dia, todo orgulhoso, fotografei, com uma câmera, jamais com o celular, minha hortinha de aromáticas para postar no Facebook. Puxei para o computador e vi que um pedaço da parede, atrás dos vasos, estava muito feio. Abri o Photoshop e tentei “pintar” o pedaço da parede. Depois de meia hora desisti.

A mesma coisa aconteceu com o Cooper em relação aos celulares modernos. Ele bem que tentou aprender a usá-los, mas desistiu também. Bem humorado, quando perguntado pela repórter porque não conseguiu se adaptar aos novos modeles, meu amigo respondeu:

“Vocês, que são mais novos, reclamam que os celulares antigos eram pesados. Eu respondo dizendo: tudo bem, vocês têm razão. Hoje os celulares são realmente mais leves. Pesados são os manuais”.