Posts Tagged ‘ Fórmula-1 ’

Bruno Senna, a boa surpresa em Spa

Bruno Senna foi a grande surpresa do GP da Bélgica, que será disputado amanhã, a partir das 9 horas, em Spa Francorchamps, com transmissão da Globo. Estreante na equipe Renault, classificou-se em 7º lugar no grid e vai largar ao lado de Fernando Alonso, que ficou na oitava posição.

Vettel mais uma vez larga na pole, tendo Hamilton ao seu lado. Na segunda fila, Webber e Massa.

Quer dar uma volta com Bruno Senna em Spa? Aperte o cinto e a tecla play.

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Pilotos homenageiam Sid Mosca, o artista jauense que deu vida aos capacetes da Fórmula-1.

Os principais portais do Brasil estão noticiando a morte do jauense Sid Mosca, artista reconhecido há muitos anos no mundo da Fórmula-1 como a pessoa que deu vida aos capacetes dos pilotos e revolucionou a pintura dos carros da categoria mais competitiva do planeta. Ele morreu na madrugada desta quarta-feira, aos 76 anos, em decorrência de complicações no tratamento de câncer na bexiga.

Os capacetes que pintou estavam na cabeça de pilotos que, juntos, venceram muitos títulos mundiais: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna; Keke Rosberg, Nikky Lauda, Alain Prost e Mikka Hakkinen. Ele também assinou as pinturas dos carros das equipes Copersucar Fittipaldi, Jordan,  Brabham e Lotus. Em 1999, foi escolhido pela FIA para desenhar o capacete em homenagem aos 50 anos da F-1.

Seja lá o nome do piloto brasileiro de destaque que você possa pensar, com toda certeza competiu com um capacete pintado por ele. Sid bem que tentou ser piloto dos que andam na frente, mas a pintura do carro que corria chamou mais atenção do circo do automobilismo nacional do que suas qualidades como piloto.

Felipe Massa com Sid

Felipe Massa, Rubens Barrichelo, Bruno Senna, Christian Fittipaldi, Pedro Paulo Diniz, Raul Boesel, Tony Kanaan, Hélio Castro Neves, e tantos outros frequentavam a Sid Special Paint, empresa que Mosca montou para atender pilotos de praticamente todas as categorias do automobilismo.

Há poucos minutos, a amiga Líbia Mosca postou no grupo do Yahoo do Consulado Jahuense:

“O Sid Mosca, meu primo, era filho de um irmão de meu pai. Vinha sempre para Jahu, cidade pela qual era apaixonado. Sempre que havia um lançamento de escritores jahuenses, eu mandava para ele, e como todo jahuense, logo ele mostrava para os amigos a prata da casa”.

No mesmo grupo outro grande amigo, Luiz Antonio Pelegrina, lembrou:

“Em Jahu sua obra chegou em 81/82, através da Escuderia de Kart Alô Brasil/Arisco capitaneada por Murilinho Macedo (filho do então Ministro Murilo Macedo), que brindou seus parceiros jahuenses, Nando Croce, João Pelegrina e Marcos Franceschi com capacetes desenhados e pintados pelo artista, bem como macacões confeccionados para corridas com logomarcas dos patrocinadores (novidade novidadeira para os jauenses kartistas)”.

Nando Croce, com capacete desenhado por Sid, em 2004.

Fernando Croce continuou cliente de Sid Mosca. Em 2004, encomendou outro capacete para disputar o Campeonato Brasileiro de Kart, na Granja Viana, quando foi vice-campeão. O último trabalho que a Sid Special Paint fez para um piloto jauense, já sob o comando do filho Alan, foi desenhar o capacete de Daniel Croce, no começo do ano. Com ele, Daniel está correndo o GT Brasil, ao lado de Nando, seu pai.

Desde cedo, grande número de pilotos prestaram várias homenagens a Sid Mosca no Twitter.  “Amigos…é com grande pesar que recebi a noticia da morte do grande Sid Mosca…foi ele quem pintou meu primeiro capacete…”, lamentou Rubens Barrichelo. “Sid foi sempre muito querido por todos…pra mim ficará teu sorriso e teu abraço amigo. E o ‘painted by SID’ pra sempre no meu capacete…” Hélio Castro Neves escreveu: “Meu Deus, estou chocado com a notícia do falecimento do gênio Sid Mosca. Que Deus o abençoe e proteja. Obrigado por tudo, querido amigo!” “Hoje o automobilismo amanheceu mais triste. Perdemos um artista e um amigo. Sid Mosca. Há 26 anos você sempre fez meus capacetes brilharem. Saudade”, postou Tony Kanaan.

Que tal passear por Paris em uma Ferrari a mais de 300 por hora?

Agosto de 1978. O cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmera estabilizada na frente de uma Ferrari 275 GTB e convidou um amigo, piloto de Fórmula-1, para fazer um trajeto no coração de Paris, na maior velocidade que ele pudesse. Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido, mas tocou seu projeto em frente.

A filmagem começou logo que o dia clareou.  O filme tinha duração de dez minutos e o piloto teria que cumprir, nesse tempo,  o trajeto de Porte Dauphine, passando pelo Louvre, até a basílica de Sacré Coeur. O piloto completou o circuito em menos de nove minutos. O velocímetro da Ferrari que dirigia chegou a 324 km por hora em certos momentos. O filme mostra o piloto furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em contramão. O sol nem havia saído ainda.

René Arnoux ou Jean-Pierre Jarrier? Qual dos dois dirigiu a Ferrari para Lelouch?

Quando mostrou o filme “C’était un Rendez Vouz” (“Era um Encontro”) pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso. Mas nem assim ele  revelou o nome do piloto. O filme foi proibido e só circulou no underground.

Se você não viu ainda este clássico, prenda a respiração e clique aí embaixo. Versão Integral. Raridade. Se já viu, vale a pena curtir a emoção de passear em Paris como se estivesse a bordo de uma Ferrari 275 GTB. Voando. 

Que tal passear por Paris em uma Ferrari a mais de 200 por hora?

Agosto de 1978. O cineasta francês Claude Lelouch adaptou uma câmera estabilizada na frente de um Ferrari 275 GTB e convidou um amigo, piloto de Fórmula-1, para fazer um trajeto no coração de Paris, na maior velocidade que ele pudesse.Lelouch não conseguiu permissão para interditar nenhuma rua no perigoso trajeto a ser percorrido, mas tocou seu projeto em frente.
A filmagem começou logo que o dia clareou.  O filme tinha duração de dez minutos e o piloto teria que cumprir, nesse tempo,  o trajeto de Porte Dauphine, passando pelo Louvre, até a basílica de SacreCoeur.O piloto completou o circuito em menos de nove minutos. O velocímetro da Ferrari que dirigia chegou a 324 km por hora em certos momentos. O filme mostra o piloto furando sinais vermelhos, quase atropelando pedestres, espantando pombos e entrando em contramão. O sol nem havia saído ainda.
René Arnoux ou Jean-Pierre Jarrier? Qual dos dois dirigiu a Ferrari para Lelouch?
Quando mostrou o filme “C” était un Rendez Vouz” (“Era um Encontro”) pela primeira vez, Claude Lelouch foi preso. Mas nem assim ele nunca revelou o nome do piloto. O filme foi proibido e só circulou no underground.
Se você não viu ainda este clássico, prenda a respiração e clique aí embaixo. Versão Integral. Raridade. Se já viu, vale a pena curtir a emoção de passear em Paris como se estivesse a bordo de um Ferrari 275 GTB. Voando. 

Gosta de automobilismo? Neste domingo, duas boas opções.

Nando Croce e Fernandinho, carro 61, às 12h30, na Band. Vale a torcida.

Quem gosta de automobilismo não terá muitos motivos para sair de casa hoje, ao menos antes do almoço. Às nove da manhã tem Fórmula-1, o GP da Espanha, em Barcelona. Naõ importa que a Red Bull é favorita de novo e que dificilmente seus pilotos, Webber e Vettel, vão deixar escapar a vitória. Massa não foi bem na classificação e larga só em oitavo, mas as corridas se tornaram emocionantes com as mudanças que fizeram nas regras.

Às 12h30 tem GT Brasil, com transmissão da Band. São aqueles carros maravilhosos, objeto de desejo de milhões de marmanjos. Na primeira etapa da competição, que está acontecendo em Curitiba, os pilotos de Jaú, Nando e Fernandinho Croce largaram em 12º e chegaram em nono, ontem à tarde. Na prova de hoje a missão será bem mais difícil. Os Croce, que correm com um Viper de número 61, vão sair na 17ª posição, por causa de um problema de pneus na classificação. Como são estreantes em uma categoria que tem pilotos muito rodados, vão ter que trrabalhar muito para ganhar posições. Vale sua torcida.

Cardápio light no Dia das Mães

Vera, mãe da Mariana e Cacá, excelente mãe, está de dieta.

Como aqui em casa o cozinheiro sou eu nos finais de semana, preparei um almoço bem light pra ela, para comemorar o Dia das Mães.

Logo cedo, descongelei dois filés de bacalhau fresco. Depois da Fórmula-1, temperei com Fondor, semente de coentro moída e flor de sal aromatizada com aipo. Reguei com um generoso fio de azeite extra-virgem e deixei pegando gosto na geladeira.

Depois de passar na casa da dona Elza, minha mãe, fui buscar o frango assado que tinha encomendado no Massao. De lá iria para a quitanda correndo, para comprar os legumes que faria refogados para acompanhar o peixe.

Enquanto cortavam meu frango, dei uma olhada na vitrine e vi uma assadeira com yakissoba, macarrão de um lado, legumes do outro, molho também separado. Os legumes estavam lindos, coloridos, fresquinhos, prontinhos. Pedi uma bandeijinha.

Assim que o juiz apitou o fim de Cortinthians e Santos, finalizei o almoço. Fritei os filés em frigideira anti-aderente, com um pinguinho de manteiga, e refoguei os legumes em outro tantinho, só para não grudar.

Pronto. Tudo rapidinho. Vera, a mãe homenageada, que tem paladar apuradíssimo, disse que estava bem legal, mas a flor de sal passou um pouquinho da conta. Nada grave, felizmente. Na próxima, ponho um pouquinho menos.

Olha aí como ficou o almoço de Dia das Mães que fiz pra Vera, mãe Nota 10!!!

Almoço de Dia das Mães quase bem light...

Reginaldo Leme: venha pra Jaú. Garanto que vai se dar bem.

Você leu a coluna do Reginaldo Leme, ontem, no “Estadão”? Se leu vai lembrar. Se não leu, resumo a ópera. Falou da evolução da McLaren, do excelente GP da China, do quanto ficou impressionado com os prédios modernos de Xangai, coisa de primeiro muito mesmo. Mas também contou da decepção de não ter conseguido comer um pato laqueado à moda de Pequim. Rodou a cidade toda e nada. Disse que um restaurante ao lado do autódromo de Silverstone, na Inglaterra, faz um pato laqueado muito melhor. Todo mundo da Fórmula-1 faz refeições lá. Pilotos, chefes de equipes, mecânicos, todo mundo gosta mais do pato à moda de Pequim da Inglaterra do que o de Xangai.

Nado, faz o seguinte. Quando você quiser comer um pato bem legal, me avisa que eu faço. Juro. Não sei se você ainda é casado com a Carmem Lúcia. Se for, traga ela também. E aproveite a viagem para dar uma carona para o Lito Cavalcanti também, gosto muito dele. Para completar o pacote, traga o Castilho de Andrade. Castilhinho é diversão garantida nas três horas (talvez menos) que vocês vão demorar para chegar aqui em Jaú.

Pode vir. Garanto. Traga o Lito e o Castilho.

Mas precisa me avisar com uns seis meses de antecedência, porque conseguir pato em Jaú é um drama. Comprei um no Nophasto e guardei tanto que quase perdi o prazo de validade dele. Preparei o bichinho aos 45 do segundo tempo. Ficou bem legal.

Mas para não fazer propaganda enganosa, que fique bem claro. Meu pato laqueado à moda de Pequim é só temperado como tal. No fim, vira pato com laranja sem laqueado à moda de Jaú. Pato vira-lata. Mas é bom pra caramba. Podem vir. Garanto.
Quer ver como faço? Pesquisei a receita básica em vários sites de gastronomia no Google. Mas confesso que cansei só de ler. Daí achei essa aí embaixo (embaixo não, aí em cima), que deu muito certo combinada com o tempero das outras.