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Olha a cabeçaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

Olha ele aí

A Nasa acabou de divulgar, no boletim número 6, que foi para o ar no seu site às 9h03 (GMT) de hoje: o Upper Atmosphere Research Satellite, conhecido pelo apelido de UARS, vai reentrar na órbita terrestre depois de amanhã, sexta-feira, dia 23.

E o que é que você tem a ver com isso? Depende de onde ele vai cair. Pra começo de conversa, o satélite pesa seis toneladas. Foi lançado em 1991 e teve o fim de sua vida útil decretado em 2005. A partir daí, ficou vagando pelo espaço e começou se aproximar da Terra. Desde então, a Nasa está monitorando a engenhoca.

De uns tempos para cá, quando a reentrada na Terra foi diagnosticada como inevitável, a agência espacial norte-americana começou a emitir boletins, que se tornaram cada vez mais frequentes. Entre amanhã e depois, eles sairão 12, seis e duas horas antes da queda.

Seja lá onde ele cair, ninguém corre o risco de sentir seis toneladas na cabeça. A previsão é a de que o satélite se espatife e pelo menos 26 grandes pedaços (o maior pesando 150 quilos) se espalhem por uma área de 800 quilômetros.

Até agora não foi possível prever onde o satélite vai cair, mas a chance de um pedaço dele cair na cabeça de qualquer ser humano é de uma em 3.200. Se o azarado for especificamente você, a chance sobe para uma em 22 trilhões.

Seja lá como for, não custa dar umas olhadinhas pra cima a partir de depois de amanhã, né? Ou então acompanhar os boletins da Nasa, que você encontra (em inglês) clicando AQUI, para ter certeza de que ele vai cair bem longe da gente.

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Vem aí mais uma chuva de meteoros. E dizem que é das grandes.

Está prevista para as primeiras horas de depois de amanhã (e deve durar praticamente a madrugada toda de sábado para domingo) uma chuva de estrelas cadentes que, segundo a Nasa, será uma das maiores dos últimos tempos.

Desta vez o espetáculo terá maior visibilidade no hemisfério Norte por causa da lua. Mas mesmo com lua cheia conseguiremos ver uma grande quantidade de estrelas cadentes riscando o céu. Há expectativas de que seja possível ver, em média, uma estrela cadente por minuto, no auge da “chuva”, chamada de Perseidas, podendo chegar a 120. Tem este nome porque o fenômeno será visto na direção da constelação de Perseus.

A melhor forma de assistir o espetáculo, que pode ser visto anualmente, embora com muito menos intensidade do que a deste final de semana, é olhar para a direção Nordeste, perto do horizonte, a partir de uma da manhã.

Segundo a astrônoma Olivia Johnson, do Royal Observatory de Greenwich, em Londres, Inglaterra, declarou em entrevista à BBC, o auge da chuva de estrelas cadentes deve acontecer por volta das três horas do domingo, hora de Brasília.

Evidentemente que quanto mais escuro o lugar que você tiver para observar os meteoros (detritos deixados pelo cometa Swift-Tuttle) maiores serão as chances de você aproveitar o espetáculo.

E o Grimsvotn volta à cena, causando transtornos e proporcionando um belo espetáculo.

Tá certo que a erupção de um vulcão, como a que aconteceu dois dias atrás com o Grimsvotn, na Islândia, provoca uma série de contratempos. Não só nos arredores dele, mas acaba repercutindo em boa parte do continente. Na Europa, mais de 500 vôos já foram cancelados, por causa da enorme nuvem de cinzas que está se espalhando.

Mas que as fotos do fenômeno são lindas, isso ninguém pode negar. Passei um bom tempo vendo várias, uma mais bonita que outra, e escolhi esta para mostrar para vocês.

Foto tirada do espaço, pela NASA.

Nasa divulga novas fotos do sol. Em alta definição.

A Nasa divulgou, há cerca de três horas, uma série de fotos inéditas do sol em alta definição. Esta aí embaixo é uma delas. Linda, não é? Você pode ver o álbum completo no portal do Estadão, clicando AQUI.