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A folga acabou. “Chega mais perto”.

Amigos.

Pela primeira vez desde que foi lançado o blog ficou três dias sem ser atualizado. O motivo? Na verdade são dois. O primeiro, uma viagem a São Paulo para assistir o casamento da Gi e Guilherme, sobrinhos.

O segundo: minha primeira folga. Durante quase seis meses (o blog entrou no ar pra valer em março) não deixei de atualizá-lo aos sábados, domingos e feriados, incluindo aí carnaval e Semana Santa. Então, aproveitei a viagem, e as condições complicadas para encontrar assuntos interessantes para vocês estando longe de casa, e tirei três dias de folga.

A partir de hoje, retomaremos a rotina. Todo dia você vai encontrar novidades aqui. Como esta, aí em abaixo. É um vídeo de uma campanha contra o preconceito aos portadores de deficiência física e mental. O nome da campanha: “Precisamos disfarçar para ganhar um abraço? Chega mais perto”. Vejam que belo filme.

Casamento de William e Catherine. Hora de fechar a conta…

Sobraram algumas coisinhas que gostaria de dividir com vocês.

O que acharam do “fascinator”? O enfeite de cabeça usado com elegância pela agora Duquesa de Cambridge, Catherine Middleton? É um charme, não? É uma das modernidades (o comprimento das saias também diminuiu) que ela vem inserindo no guarda roupa da juventude real. Substitui com enorme vantagem os chapéus usados por rainha e princesas de gosto, muitas vezes, bastante questionável.

Gente, esqueci de comentar no dia do casamento. Que coisa mais impressionante a sincronia entre a continência do príncipe e a reverência da princesa durante o trajeto entre a Abadia de Westminster e o Palácio de Buckinham! E o mais admirável era que eles não se falavam! Devem ter ensaiado à exaustão. Valeu a pena. Deus permita que o casamento reflita essa sintonia e eles possam ser felizes para sempre, como manda todo conto da fadas.

O que acharam do mau humor da pequena Grace van Cutsem, a daminha que tapou os ouvidos na sacada do palácio(foto)? Até o Príncipe William, seu padrinho, a imitou à noite, enquanto descia as escadarias da Clarence House, quando ia para a recepção noturna do casamento.

Para compensar, já há uma Duquesa de Cambridge na forma de boneca de porcelana, que pode ser comprada na Ashton Drake Galleries, em Nova York por aproximadamente 300 reais.  Ela veste uma réplica exata do tão aguardado vestido de noiva. Nada mais justo, porque ela estava mesmo uma boneca.

E, pra terminar, eu havia dito que possivelmente saberíamos de outras conversas que seriam reveladas pelos leitores de lábios contratados. Nada de sensacional, no entanto. Só que a reportagem que disse que Harry fez para William na verdade foi uma forma de acalmá-lo: “Pronto! Ela chegou!” Será que ele estava com medo de ser deixado ao pé do altar? William, William, você não corria o menor risco…

Até a próxima!

Vera Schwarz

Valeu a pena esperar. Que casamento chique! Mas os beijos…

Cerimônia irretocável

Acordei às 5 horas e não me arrependi. Como era de se esperar: que casamento chique! Da decoração da Abadia de Westminster ao vestido da noiva, a cerimônia foi irretocável.

A decoração, ecologicamente correta com muito verde e menos flores, estava na medida certa para enfeitar o ambiente e não ofuscar a incomparável beleza gótica do templo.

Pintinho amarelinho

Os figurinos, mais especificamente os vestidos, estavam elegantes, com

Alegorias

a discrição que o horário exigia. Alguns equívocos nos chapéus: o da Vitoria Beckham, mal colocado para o meu gosto, e os das filhas de Sarah Ferguson, que mais pareciam alegorias de escola de samba. Principalmente o da que se sentou imediatamente atrás da Rainha Elizabeth.  Ela estava bem vestida, mas parecia um pintinho amarelinho. E sua bolsa podia ser um pouco menor.

Camilla: chiquérrima.

Em que pese minha implicância com Camilla Parker-Bowles, ela estava chiquérrima. Só perdeu para a mãe da noiva, Carole. Os vestidos das duas, a propósito, eram de cor bastante semelhante e de desenhos também bem parecidos. Elegantíssimos.

Eu gosto muito de música e fiquei encantada com o coral que se apresentou. Como a tradição veta vozes femininas na Abadia, elas foram substituídas pelas vozes dos meninos. A performance do grupo foi inesquecível, e as músicas escolhidas pelos noivos lindas, executadas com perfeição.

O Príncipe William escolheu um uniforme vermelho que lhe caiu muito bem, destacando sua pele clara. Mas não houve quem não notou a falta de cabelo, bem rarefeito. Juro que na hora pensei que ele podia ter usado aquele spray mágico, que esconde um pouco a calvície. Só na minha cabeça mesmo imaginar um príncipe inglês usando um artifício desses,  não é?

Como Grace Kelly

Agora, o ponto alto: o vestido da noiva. Enfim revelou-se que a estilista foi Sarah Burton, sucessora de Alexander McQueen. Um corpo de renda tipo chantilly com gola alta cobria um tomara que caia discreto. A cauda, de 2,7m, tinha o tamanho certo.  Era muito semelhante ao usado por Grace Kelly em seu casamento com o Príncipe Rainier, de Mônaco. O diadema usado pela noiva, Cartier, bonito e discreto, foi emprestado pela Rainha Elizabeth, que o recebeu de presente do pai quando fez 18 anos. O buquê tinha uma peculiaridade: era confeccionado com flores de murta colhidas do mesmo arbusto que deu origem ao buquê da Rainha Vitória, 171 anos atrás. Como se comprova, as plantas são muito bem cuidadas e duradouras na Inglaterra.

Espontaneidade

Outro destaque foi a reação do público. Com visível espontaneidade, os ingleses e os turistas deixaram-se envolver pelo clima de emoção e alegria, sem que tenha sido divulgado sequer um fato importante com tom negativo. É admirável o carinho que o público demonstra pela Rainha e sua família. Para agradecer esse afeto, o casal deixou o Palácio de Buckingham num Aston Martin conversível, dirigido pelo príncipe, ficando os dois muito mais visíveis para todos.

Saberemos de outros detalhes mais tarde, certamente. Até porque algumas providências foram tomadas. Por exemplo, o jornal britânico “The Guardian” contratou especialistas em leitura labial para que pudessem revelar o que foi dito pelos participantes. Já se sabe que a primeira frase dita por William para Kate, agora Catherine, no altar foi: “Você está linda!”

Um detalhe pitoresco: o protocolo proíbe que o noivo se vire para ver a entrada da noiva. Mas o irmão Harry, ao lado de William no altar, virou-se e fez toda a reportagem.

Só os beijos na sacada deixaram a desejar. Confesso que esperava um pouco mais, com uma demonstração mais efetiva de carinho. Mas, como é hábito, a sobriedade inglesa prevaleceu. Que pena…

Vera Schwarz

Sobriedade inglesa na hora dos beijos

O casamento de D. Pedro I foi maior que o de William & Kate

Amanhã é o casamento de William e Kate, que estão nesta foto oficial bem fresquinha, divulgada pela família real, quatro horas atrás. Há inúmeras histórias , boatos e fofocas que, como era de se esperar, aparecem carregando ainda mais de frisson os acontecimentos. Destaquei aqui algumas informações que achei curiosas envolvendo casamentos reais.

Sabem a diferença entre nobreza e realeza? Nobres são os que possuem títulos de nobreza, como duques, condes, marqueses, barões e seus descendentes. Lady Di era nobre, filha de um conde, mas não era parte da realeza. Para isso ela precisaria fazer parte de uma família real. Aliás, seu casamento não poderia se realizar se tivesse acontecido décadas antes. Era uma exigência que os casamentos só se realizassem entre membros de famílias reais. Se essa lei estivesse valendo e ela não pudesse se casar com Charles, tudo poderia ter sido tão diferente para ela…

Sabiam que a Lady Di e o Príncipe Charles só haviam se visto 12 vezes antes de subir ao altar? Não podia dar certo mesmo. Minha avó dizia que um casal ainda não se conhece depois de comer juntos um quilo de sal. Um quilo em 12 vezes ia dar uma tremenda hipertensão.

D. Pedro II conheceu a imperatriz Tereza Cristina por um medalhão. Na foto lhe pareceu uma bela morena, de olhos amendoados. Quando a conheceu ao vivo e em cores, saiu chorando da sala gritando: “Me enganaram, me enganaram!”

A cerimônia de casamento de D. Pedro I com a arquiduquesa Leopoldina (na ilustração aí do lado) foi ainda maior do que a que será oferecida pelos noivos reais, William e Kate. Eles esperam 1.900 convidados. D. Pedro recepcionou 2.000 pessoas que se regatearam num banquete onde foram servidos 40 pratos diferentes.

Uma mexicana de 19 anos, Estivalis Chávez Guzmán, fez greve de fome para ser convidada para o casamento. Admiradora de Lady Di, queria muito conhecer um de seus filhos. Uma pessoa se comoveu com sua história e lhe deu uma passagem para Londres, onde verá a entrada dos noivos na Abadia de Westminster. Quem espera, às vezes, alcança!

Uma senhora inglesa, acampada na rua por onde passarão os noivos, vestiu sua cachorrinha Camila de noiva em homenagem à ocasião. Veja AQUI. Se quiser ver a Camila  em detalhe, clique AQUI.

Vera Schwarz

William & Kate: mais que um casamento, um conto de fadas.

Gente, topei! Olha só que responsabilidade! Mário me convenceu a fazer alguns textos sobre o casamento do príncipe William e Kate Middleton. Relutei um pouco porque, para mim, deveria fazer parte do contrato a passagem até lá e a garantia dos convites para a cerimônia e a festa. Mas ele não cedeu, não teve jeito. No fim, vai só a título de colaboração mesmo.

Acho que, como eu, muitas mulheres devem ter um encantamento especial com histórias de reis, rainhas, príncipes e princesas. No meu caso, culpa de minha avó, exímia contadora de histórias. Deve ser também fruto do imaginário comum das simples plebéias que, no fundo, no fundo – pelo menos no meu tempo – foram educadas para sonhar com um príncipe encantado. Ledo engano! Os tempos são outros e, na realidade, batalhamos juntamente com nossos escolhidos pelo orçamento doméstico. Melhor assim. Afinal, não há mais Rainha Má que nos destrone de nossas conquistas. E pelo menos o meu escolhido tem alguma de coisa de príncipe: é um gentleman. Poderia perfeitamente ser um lord.

Vamos ao assunto principal: The Royal Wedding. A união de William e Kate se reveste de algumas características especiais. Há uma imediata associação com o casamento do Príncipe Charles e Lady Di. Na ocasião, um conto de fadas. Todas nos encantamos pelo vestido, a grinalda, o véu, a igreja e a pompa. Idealizamos a relação acreditando piamente que seriam felizes para sempre e nos decepcionamos quando descobrimos que ela chegou a ser profundamente infeliz. Não sabíamos que Camila Parker-Bowles a perseguiria como um fantasma. O casamento acabou e a vida de Diana terminou de forma trágica. Charles e Camila puderam, enfim, se casar. Mas sob nossos narizes torcidos.

William é um jovem simpático, bonito, herdeiro do carisma da mãe e educado para assumir o trono. Kate é uma plebeia, vinda da classe média (o que, sem dúvida, a aproxima de nós, os simples mortais, e alimenta ainda mais as fantasias das jovens sonhadoras) que se dedicou a conquistar seu príncipe. E conseguiu. Prefiro acreditar que o amor a tenha movido e que ela saiba bem em que está se metendo. Não deve ser fácil conviver com a Rainha Elisabeth, a mais perfeita personificação do matriarcado, e com a pouco simpática (estou sendo educada) madrasta de seu noivo, a feiosa Camila.

Agora, uma coisa tem que ser dita: os homens da corte inglesa amam profundamente. Que o digam o Rei Edward, que preferiu abdicar ao trono que prescindir de sua amada Wally Simpson, e o príncipe Charles que esperou boa parte da vida para se casar com Camila, seu amor de juventude.

Em função da triste história de Diana – que tinha, sem qualquer dúvida, personalidade e luz próprias – da nova união de Charles com Camila, figura bem pouco carismática, espera-se muito deste casamento. Que ele traga à corte inglesa novos ares, glamour e felicidade.

Nos próximos posts, vamos detalhar a cerimônia, a festa, os mistérios, comentar as roupas… Vem coisa pela frente.

Vera Schwarz

Blog deve ter participação especial na cobertura do casamento real

Estou quase conseguindo convencer a Vera a fazer a “cobertura” do casamento do príncipe William e Kate. Sabem como é, mulheres curtem muito mais esse tipo de acontecimento. O glamour, as roupas, os detalhes. Ela está acompanhando de perto, sabe muito mais do que eu. Disse até que vai acordar bem cedo sexta-feira, para acompanhar a transmissão. Então, vale uma participação especial. Eu vou me satisfazer com os melhores momentos.

Prometo dividir com ela metade-metade tudo o que receber do blog durante a semana, ou seja, nada. Será que ela topa? Lógico que continuarei postando o que achar interessante para vocês. Prometo até me redimir dos últimos dias. Neste feriadão, apesar de as meninas terem viajado, recebemos em casa amigos e parentes todos os dias. Dia e noite. Foi bem legal. Mesmo assim, o blog continua invicto. Desde que foi ao ar, acho que coloquei no ar pelo menos um post todo dia, salvo engano.

Ah, ia me esquecendo. Ontem o Fantástico mostrou aquele vídeo viral da T-Mobile que postei para vocês sete dias atrás, no dia 18.  O vídeo está lá embaixo, nesta página.

O casamento do príncipe William e Kate já aconteceu. Aqui.

A T-Mobile é uma empresa alemã de telefonia celular que expandiu seus negócios por vários países da Europa e Estados Unidos. Além de prestar serviço ela própria fabrica seus aparelhos, considerados dos melhores do mundo.

Apostando na força da internet, lançou recentemente um vídeo viral (para ser espalhado como vírus) que está entre os mais vistos do You Tube, com quase cinco milhões de acessos. Uma “homenagem” aos noivos da realeza britânica William e Kate, que se casam no fim do mês. Uma performance tão caprichada como engraçada, com sósias da família real. Vale a pena ver.