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Vamos que vamos, Brasil!

Que beleeeeeeeeezaaaaaaaaa!!!!!

Daqui a pouco, você, eu, e todos os brasileiros teremos pago exatos 1 trilhão de reais de impostos ao governo. O valor, registrado pelo Impostômetro, em São Paulo, representa o total de impostos federais, estaduais e municipais arrecadados em 2011. A marca será atingida 35 dias antes de 2010, quando o mesmo valor foi alcançado em 18 de outubro.

Todo ano, o prazo para atingir a marca de R$ 1 trilhão cai: em 2008, foi em 14 de dezembro; em 2009, em 8 de dezembro; em 2010, 18 de outubro; e este ano, em 13 de setembro.

Até o fim do ano, segundo os cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), você, eu, e todos os brasileiros deveremos pagar R$ 1,4 trilhão em tributos.

Quando compramos uma cerveja,  pagamos 55,60% de impostos. Trocando em miúdos. Se você compra uma cerveja no supermercado por R$ 2,60, significa que na verdade ela custou R$ 1,15, incluindo neste custo o valor do produto, o transporte da fábrica até o supermercado e o lucro do supermercado. E o nosso governo fica com extatos R$ 1,45.

Você chega cansado do trabalho e abre uma cervejinha gelada. Toda vez que fizer isso, imagine o seguinte: o governo entra na sua casa, puxa uma cadeira, pega um copo e toma mais da metade da cerveja que você comprou. Bobear, ainda deixa a “baba” pra você. É exatamente isso o que acontece. Você poderia pagar R$ 1,15 pela garrafa, mas paga R$ 2,60, porque você tem que pagar a parte do seu “convidado”. Dá pra ser feliz?

Há muitos anos alguns projetos estão adormecidos nas gavetas do Congresso tentando obrigar o governo tornar público o quanto custa um produto e quanto o consumidor paga de imposto por ele, como acontece na maioria dos países civilizados. Só que moramos no Brasil, né? Tudo por baixo do pano, tudo na moita. Sabe quando isso vai acontecer aqui?

Quem pode mais chora menos.

Saúde pra você. Saúde pra todos nós. E vamos que vamos, Brasil.

 

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Chega de fazer biquinho: vem aí a Brahma Copaço.

Adiós, biquinho.

A Ambev guardou o segredo a sete chaves e lança amanhã, às nove da noite, uma grande campanha publicitária nas emissoras de TV mostrando a novidade: é a Brahma Copaço. Por meio de um sistema de abertura total na tampa da embalagem, a lata vira um copo. Ou quase.

Meno male, não? Com toda certeza a cerveja de lata nunca será tão boa quanto a de garrafa. Mas só de pensar que a gente não vai ter mais que fazer biquinho pra beber cerveja em situações de emergência, que a Brahma Copaço seja muito ben-vinda.

Melhor não sair de perto da sua cerveja. Ou não.

Um dos melhores comerciais da campanha que a Heineken lançou na Europa no primeiro semestre, de olho nas férias de Verão. 

Sua cachorra vai buscar cerveja pra você? A Kalula vai.

Nicole Jennings é uma sul-africana que mora com o marido Steve na Cidade do Cabo. Há 15 anos treina animais, especialmente cães, para fazer comerciais de TV. Nicole já era figura conhecida em seu país mas a partir de hoje, depois que o jornal britânico “Daily Mail” dedicou um bom espaço a ela, ficou famosa em toda a Europa.

Na verdade quem ficou famosa não foi exatamente Nicole, mas sua cachorra Kalula, da raça australian shepherd. Segundo o “Mail”, Kalula faz coisas que todos nós, donos de cachorros, gostaríamos que os nossos amigos peludos fizessem.

Diz Nicole que sua cachorra é extremamente inteligente e depois de uma aula de apenas 15 minutos ela é capaz de aprender quase qualquer tarefa. Kalula começou a ser treinada com dois meses e hoje dá conta de várias tarefas.

Toda vez que Nicole chega em casa, lá vem ela com os chinelos. Para lavar roupas, Nicole só tem o trabalho de carregar a máquina. Daí pra frente quem gerencia a lavagem é sua “secretária”, que providencia todo o processo e, quando termina a lavagem, tira toda a roupa do compartimento e  não se esquece de fechar a porta da máquina.

Kalula não se esquece de buscar a manta, quando Nicole senta no sofá. Agora pasmem: uma vez bem acomodada, Nicole não precisa mais levantar para buscar uma cervejinha. É só pedir para Kalula e pronto: ela vai até a geladeira, abre a porta, pega uma lata bem gelada, não se esquece de fechar a porta e traz a cerveja pra ela.

Você pagaria R$ 104,50 por uma fraldinha? E R$ 51,30 por um leitão assado no forno?

Que sair para comer em restaurante chique em São Paulo custa caro, todo mundo sabe. Mas a julgar pelo que ando lendo, até mesmo os paulistanos estão assustados com o valor das contas.

O jornalista e blogueiro Luiz Américo Camargo, do suplemento de gastronomia “Paladar”, que sai às quintas-feiras no Estadão, relata na sua coluna “Eu Só Queria Jantar”, publicada hoje, que até os gringos estão assustando com os preços.

Camargo esteve recentemente no Figueira Rubaiyat, um estrelado restaurante que fica na Haddock Lobo, nos Jardins. Por uma refeição completa (couvert, entrada, prato principal e sobremesa), pagou R$ 200,00. Sem bebida alcoólica.

Sabe qual foi o prato principal? Fraldinha. Tá certo que era fraldinha australiana. Mas mesmo que fosse de Marte, pagar R$ 95,00 por uma fraldinha é muito, né? Com 10% sai por R$ 104,50. A fraldinha estava ótima, garante Luiz Américo, veio acompanhada de batata e farofa, mas o preço é bem salgado, vamos convir.


Dias atrás, recebi de um amigo um PPS contando a história do restaurante mais antigo do mundo, o Sobrino de Botin, que fica em Madri. Fundado em 1.725, é um dos preferidos das celebridades. Até Ernest Hemingway escreveu sobre ele. Sua especialidade, como o Figueira Rubaiyat, são os assados.

O prato mais tradicional do Sobrino de Botin é o cochinillo assado (leitão mamão assado no forno de lenha). Preço: 22,50 euros. Ou, R$ 51,30. O cochinillo vem acompanhado de rodelas de abacaxi caramelado, em cesta de massa folhada.

O cliente também pode pedir uma refeição completa, o menu de verão da casa. Gaspazcho (sopa de legumes gelada), leitão assado, meia garrafa de vinho ou uma cerveja, e sorvete. Pagará pela refeição completa 40,20 euros, já com a gorjeta (7,5%) incluída no valor da conta. R$ 92,00 para comer ao lado da Plaza Mayor, em Madri, no restaurante mais antigo do mundo. E um dos mais badalados da Europa.

Tá certo que o real está valorizado, que somos um país emergente e que o Figueira Rubaiyat é um restaurante que mais parece um cenário, construído sob uma figueira centenária. Mas cobrar R$ 104,50 por uma fraldinha, aí já é demais. Não é à toa que Luiz Américo Camargo contou em sua coluna que ele deveria ser o único brasileiro no salão.

Era só o que faltava… Os chineses inventaram uma “mocinha” high-tech.

Tava demorando… Era inevitável… E finalmente aconteceu. A empresa chinesa Love Sex Company está lançando na feira Sex Culture Exhibition, em Xi’an, China, uma robô do sexo. A “mocinha” tem músculos de silicone e esqueletos de metal cirúrgico.

A gerente da empresa, Li Jian, disse que  o cliente pode escolher o rosto e o corpo da “mocinha” entre alguns modelos. Tem mais: a “mocinha” pode reconhecer a voz do dono,  conversar com ele em várias línguas e é acionada por controle remoto para, digamos, fazer algumas “flexões”. Dá para entender, não é? E dá para imaginar o namorado da “mocinha” procurando os comandos das “flexões” na hora do vamos ver? Hilário.

O preço da boneca inflável high-tech, “fabricada para atender executivos que trabalham demais e não têm tempo para conhecer a companheira ideal”, segundo Li Jian, não é caro, garante ela. “Apenas” cerca de R$ 8 mil. Entre os apelos de vendas, bons argumentos: a “mocinha” nunca terá TPM, não é chegada em shopping, não reclama nem de cigarro nem de cerveja. Sem comentários. Olha a “mocinha” que vai dar o que falar aqui:

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Reino Unido e Dinamarca em pé de guerra.Por causa do Marmite.

Britânicos e dinamarqueses estão em pé de guerra. A briga é feia, ninguém sabe como vai acabar. O motivo pode parecer fútil para nós, mas para o pessoal do Reino Unido a coisa é séria. A razão da briga tem um nome: Marmite. Não. Não tem erro de digitação aqui, como acontece algumas vezes quando posto de madrugada. Duas cervejinhas tiro de letra. É Marmite mesmo.

Mas que diabos é esse tal de Marmite?

Segundo o blogueiro de Gastronomia inglês Thomas Pappon, que assina o blog BBC à Mesa, o tal Marmite parece graxa de bicicleta. Um tipo de pasta escura inventada por um cientista alemão, rica em vitaminas B e ácido fólico, desenvolvida a partir de sobras da produção de cerveja, há menos de 20 anos. É amada ou odiada, sem meio-termo. E Pappon começa seu blog assim: “Pronto. Falei. Adoro Marmite”.

O motivo da pendenga é que a Dinamarca resolveu proibir a importação e comercialização do Marmite, alegando que alimentos fortificados com adição de vitaminas fazem mal à saúde. Inconformados, os britânicos que moram lá começaram a protestar pelas redes sociais e ganharam o apoio de australianos, sul-africanos e neo-zeolandeses, que também adoram comer Marmite com pão e manteiga, no café da manhã. “É como passar caldo de carne no pão”, provoca o blogueiro da BBC.

Os marmiteiros ameaçam convencer o Reino Unido a boicotar o bacon dinamarquês, campeão de vendas no reino, e uma das boas fontes de renda do país.  Preocupada com a enorme divulgação que o caso anda tendo, a Embaixada da Dinamarca em Londres divulgou nota oficial dizendo que os dinamarqueses acreditam que “é melhor para nós obter as vitaminas de frutas e vegetais (legumes e verduras)”, e que por isso o marketing de produtos fortificados não é autorizado no país.

Como a proibição ainda não está no papel e muito menos entrou em vigor, não se sabe no que isso vai dar. Mas já tem gente falando em comercializar o Marmite no câmbio negro, caso a polícia dinamarquesa endureça o jogo. Abrir mão da graxa de bicicleta com gosto de caldo de carne no café da manhã nem pensar, prometem britânicos e companhia.