Meu blog saiu no noticiário policial. Dá pra acreditar?


Verdade, gente. Este blog que vocês estão lendo agora foi parar no noticiário policial da Rádio Jauense, no programa de notícias na hora do almoço.

Segundo a notícia, os funcionários da empresa que ganha um dinheirão para cuidar do trânsito da nossa cidade não gostaram do post que fiz no dia 14 (está na segunda página, para quem não viu) e fizeram um Boletim de Ocorrência. Como não vi o documento, não sei o teor da reclamação.

Se não gostaram estão no direito deles. O caminho é esse mesmo. Reli o post e não vi nada errado nele. Será que sugerir que esses pessoal dê umas voltas pela cidade para ver se encontrar coisas erradas e chamar a quem de direito para multar motoristas que desrespeitam a lei é ofender alguém? Acho que não. Paciência, vamos ver no que dá.

No começo da semana, se não me engano, o jornalista Jeováh Nunes de Moura despediu-se dos leitores do “Comércio”. Foi processado porque escreveu um artigo que desagradou o prefeito. Na despedida, Jeováh disse que não estava disposto a gastar dinheiro pagando advogado para defendê-lo. Para não ter que se calar, preferiu deixar de escrever no jornal.

O vereador Kakai também vem sendo alvo de processos, por dizer o que pensa a respeito da administração municipal.

Posso estar errado, mas está parecendo ser uma estratégia para intimidar quem fala ou escreve o que pensa. Talvez seja isso, talvez não. Se for isso mesmo é um caminho. É um direito.

Como o direito de um acaba quando começa o direito do outro, entendo que tenho o direito de escrever o que penso quando quiser. Especialmente aqui, neste espaço que criei. Discordar não é desrespeitar ninguém.

Aos funcionários da empresa que ganha muito bem para cuidar do trânsito da prefeitura, como a todos os que eventualmente se sentirem ofendidos neste blog, ofereço o mesmo espaço para que publiquem a versão deles.

E com todo o respeito, continuo achando que em vez de ficarem em duplas parados nas esquinas do centro, seriam bem mais úteis se circulassem sozinhos para evitar que caminhões estacionassem em vagas de idosos durante o expediente bancário, sem qualquer tipo de punição.

Questão de ponto de vista.

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    • maschwarz
    • 20 de abril de 2011

    Que isso? É ditadura aí? Não se pode ter liberdade de expressão? Difícil o negócio aí, hein? Chama o DOPS!

    • Acha, Má?

      Vou ter que contratar um escritório de advocacia aí em São Paulo pra me defender. Conhece algum?

      Beijão, boa viagem,

      Papai.

    • Carlota
    • 20 de abril de 2011

    Quem sabe posso ajudar..rsrs Olha, nada de errado com o post. E B.O. parece mesmo ser só pra intimidar. Não que funcione com um jornalista com mais de 35 anos de profissão, que já viveu uma ditadura e que sabe muito bem que hoje somos parte de um Estado DEMOCRÁTICO de Direito, e que temos LIBERDADE DE EXPRESSÃO – por mais inconveniente que isso possa ser para aqueles que não andam na linha.

  1. Obrigado, viu filha?

    Isso mesmo, liberdade de expressão.

    Mas fique de prontidão aí. Piontando alguma coisa mando pra você me defender, tá?

    Beijão, boa viagem, divirta-se bastante em Floripa e dê notícias.

  2. Inacreditável. Lamentável. Cadê a liberdade de expressão ?

    • Brincadeira, não é Wal? Sentimos sua falta na reunião do Consulado, ontem.
      Abração…

  3. Pois veja só, prezado. Pura (tentativa de) intimidação e das mais toscas, sem fundamento. Afinal, o direito da liberdade de expressão, tal e qual o de ir e vir, é fundamental. E como bem disse você, eles que se proponham a apresentar o próprio ponto de vista.

    Senti muito pelo Jeovah e considero um precedente perigosíssimo, pois quem pode menos (e quase sempre apenas por uma questão de $$$) nem por isso -ou principalmente por isso – deveria se curvar.

    Começo a achar que estamos cozinhando por aqui é um belo caldo para uma discussão sobre democracia, direito de expressão e transparência…quem sabe isso não acaba ganhando uma dimensão maior?

    Grande abs,

    • Verdade, Rodrigo.

      Tá parecendo uma estratégia mesmo. Essa história do Jeovah foi um episódio para reflexão. Merece acompanhamento de lupa. Vamos prestar atenção.

      Obrigado e grande abraço.

    • wiliam
    • 20 de abril de 2011

    Ola, gostaria de deixar meu ponto de vista, apesar de nao ser jornalista e nem politico. Acho que como jornalista voce tem o direito de informar, mas nao acho que tenha o direito de julgar e muito menos prejudicar as pessoas, usando somente o seu ponto de vista sobre o assunto. Eu vi a materia, ate deixei um comentario, mas depois me surgiu algumas duvidas. Se a sua intençao era a preocupacão com a vaga para idosos, como cidadao, em algum momento voce pensou em avisar os fiscais que havia um caminhao estacionado irregularmente ? Nao entendo a preocupaçao em voce destacar o fato da empresa ganhar muito bem, porque na materia o “alvo” sao os funcionarios, assalariados por sinal. Até o momento nada se provou de errado na contrataçao da empresa. Se quando foi feita a licitaçao os vereadores nao fizeram nada, porque o fazem agora depois de todo esse tempo, sera que ninguem leu os contratos na epoca da licitacao ? Talvez, fosse mais justo se voce fizesse uma materia durante varios dias com esses funcionarios, mostrasse tambem as ocorrencias, eles embaixo de chuva o dia todo tentando dar fluidez ao transito na area central, quando eles precisam desviar o transito em casos de acidente ate que o socorro chegue, enfim, mostrar o que eles realmente fazem e ai sim dar oportunidade das pessoas julgarem.Nao o conheço pessoalmente, mas com toda essa experiencia de jornalista, me pergunto se em algum momente voce pensou nas consequencias de ter direcionado a materia aos funcionarios ? Voce simplesmente resumiu meses de trabalho , dias, noites, chuvas, sol, a uma simples imagem de fotografia. Isso realmente é certo ? Agradeço a oportunidade de expressar minha humilde opniao, e tambem gostaria de ouvir suas respostas, e até de saber qual a sua posicao para melhorar nosso transito. Abraço

    • William. Estou saindo para jantar com minha mulher. Na volta, lá pelas 21h30, respondo para você, com o maior prazer.
      Abraço.

        • wiliam
        • 20 de abril de 2011

        ok, tempo pra ouvir o jogo do nosso Galo da Comarca.

    • caique
    • 20 de abril de 2011

    Mário

    Tenho informações importantes para acrescentar neste assunto.
    Não se intimide. Dê sua opinião. Poderia repetir tudo o que vc disse para a Juliana nesta semana. Estamos com vc. estamos juntos, ao lado e na retaguarda, onde for necessário.
    A questão do Willian é secundária (mas, pode e deve ser discutida). BO é inconcebível.
    Abs
    estou em Jaú até amanhã de manhã.

  4. Bem colocada a questão do Wilian…reflexao, reflexao,reflexao. Acho que o justo meio (Aristoteles) é o caminho. bj

  5. Prezado William. Desculpe o atraso. Encontramos alguns amigos e esticamos a conversa. Só estou voltando agora.
    Vou responder item por item de sua carta, que vai aparecer como “Questionamento” aqui, porque o administrador não permite colocar negrito:

    Questionamento 1 (copiado e colado) – Se a sua intençao era a preocupacão com a vaga para idosos, como cidadao, em algum momento voce pensou em avisar os fiscais que havia um caminhao estacionado irregularmente?

    Resposta – Na verdade não. Fiquei indignado com a situação. Para avisar os fiscais eu teria que conseguir alguma vaga na redondeza. Descer do carro e me dirigir aos funcionários, que, na minha opinião, não deveriam ficar parados na esquina, em dupla, conversando. Se cada um estivesse circulando naquele quarteirão teriam visto a folga do motorista do caminhão. Outra coisa: a responsabilidade de fiscalizar o trânsito não é minha. É deles.

    Questionamento 2 (Control C e Control V de novo, até o fim, tá?) – Nao entendo a preocupaçao em voce destacar o fato da empresa ganhar muito bem, porque na materia o “alvo” sao os funcionarios, assalariados por sinal. Até o momento nada se provou de errado na contrataçao da empresa. Se quando foi feita a licitaçao os vereadores nao fizeram nada, porque o fazem agora depois de todo esse tempo, sera que ninguem leu os contratos na epoca da licitacao ?
    Resposta – Entendo que a empresa está no papel dela. No capitalismo, as empresas têm como finalidade ganhar dinheiro. Não li o contrato de prestação de serviços, mas a maioria deles diz que a empresa fornece os funcionários e a prefeitura é quem determina suas funções. Se a prefeitura determinar que os funcionários devem trabalhar em duplas, parados, a culpa não é deles, nem da empresa. É da prefeitura. Vereadores não participam de licitação e nem podem palpitar nos contratos. Se houver uma denúncia, (como houve no Fantástico), aí eles devem agir. Não tive a menor intenção de transformar os funcionários como “alvo” da crítica. O sistema é que está errado, na minha opinião.

    Questionamento 3 – Talvez, fosse mais justo se voce fizesse uma materia durante varios dias com esses funcionarios, mostrasse tambem as ocorrencias, eles embaixo de chuva o dia todo tentando dar fluidez ao transito na area central, quando eles precisam desviar o transito em casos de acidente ate que o socorro chegue, enfim, mostrar o que eles realmente fazem e ai sim dar oportunidade das pessoas julgarem.
    Resposta – Nunca desmereci o trabalho dos funcionários. Merecem meu respeito. Quem já trabalhou comigo pode testemunhar como trato as pessoas com quem me relaciono, ocupem o cargo que ocuparem. Não entendo ser um bom assunto para meu blog mostrar o trabalho de quem trabalha no sol e na chuva. São profissionais como outros. Carteiros, policiais, guardas noturnos, jogadores de futebol, lixeiros, todos trabalham no sol ou na chuva. São pagos para isso. Bem ou mal, mas são pagos para trabalhar no relento. Já fiz isso muito tempo, quando era repórter.

    Questionamento 4 – … me pergunto se em algum momente voce pensou nas consequencias de ter direcionado a materia aos funcionarios ? Voce simplesmente resumiu meses de trabalho , dias, noites, chuvas, sol, a uma simples imagem de fotografia. Isso realmente é certo ?
    Resposta – Mais uma vez gostaria de deixar claro que a crítica é ao sistema, não aos profissionais. Fotografei os dois porque estavam ali,quarteirão e meio de uma situação irregular. Poderiam ser outros. Se os funcionários foram orientados para ficarem parados naquele cruzamento, em dupla, como deve ter acontecido, não estavam fazendo nada de errado. O erro é de quem orienta os fiscais a ficarem parados nos cruzamentos em duplas, em vez de ficarem circulando. A culpa é de quem não orienta os rapazes a chamar pelo rádio os guardas municipais, que têm poder para multar os infratores.

    Para terminar, William, algumas observações que julgo oportunas fazer:

    a) nos dois mandatos anteriores, a secretária Magali Romão tinha uma equipe de funcionários da própria prefeitura que cuidava da sinalização do trânsito (pintura de faixas, semáforos…) Hoje, a prefeitura contrata uma empresa que recebe cerca de três milhões de reais por ano para fazer basicamente a mesma coisa (fora as placas de sinalização, que merecem elogios).

    b) se esses rapazes que foram fotografados fossem funcionários da prefeitura, provavelmente não estariam correndo o risco de perder seus empregos se a prefeitura não renovar o contrato com a empresa.

    c) nem vou comentar o fato de essa empresa ter contribuído legalmente com R$ 50 mil para a campanha do prefeito e depois ter vencido a concorrência. Não há nada de irregular, embora a população, de forma geral, não veja isso com bons olhos. Ainda mais depois da matéria que foi ao ar pelo Fantástico, na Rede Globo.

    d) também não vou comentar o fato de que outra empresa, que pertence, segundo os jornais noticiaram, às esposas dos proprietários da que está em questão, terem vencido a concorrência para a instalação de radares na cidade. Alguns, inclusive, em lugares que considero absolutamente inadequados, como os que foram colocados na Rangel Pestana, numa subida, quando os veículos descem a Álvaro Floret com velocidades inacreditáveis.

    É isso, William. Espero ter respondido seu comentário. Obrigado por visitar meu blog e volte sempre. Mesmo que seja para discordar. Faz parte da democracia. Prometo que não vou fazer B.O. porque você pensa de uma forma e eu de outra. Aqui você não precisa ser nem jornalista, nem político, para exercitar a liberdade de expressão.

    Abraço,

    Mário.

    • Wiliam
    • 21 de abril de 2011

    Ola Mario, agradeço as respostas, isso é democracia, opniar, discordar, debater e acima de tudo respeitar a opiao alheia. Mas, como o assunto esta bom, continuemos :

    1-(alguns controls c e v tb..rs) Na verdade não. Fiquei indignado com a situação. Para avisar os fiscais eu teria que conseguir alguma vaga na redondeza. Descer do carro e me dirigir aos funcionários, que, na minha opinião, não deveriam ficar parados na esquina, em dupla, conversando. Se cada um estivesse circulando naquele quarteirão teriam visto a folga do motorista do caminhão. Outra coisa: a responsabilidade de fiscalizar o trânsito não é minha. É deles.
    Resposta – Voce esta parado na esquina , o semaforo estava vermelho, a distancia entre voce e os fiscais era apenas a faixa de pedestre. Voce nao estaria fazendo o trabalho deles e sim, exercendo sua cidadania. Este vem se tornando um grande problema em nossa cidade, ao inves de ajudar a resolver um problema, cria-se um novo problema, mas qual o proposito disso ?

    2-Não tive a menor intenção de transformar os funcionários como “alvo” da crítica. O sistema é que está errado, na minha opinião.
    Resposta – Ir contra o sistema, necessariamente, nao quer dizer que seja o melhor para a cidade, acredito que este seja o foco da materia. Como citou a administracao passada, pergunto como pode afirmar que o municipio tinha um custo menor, tem acesso a esses dados para que possamos fazer uma comparaçao.? (vale lembrar que estes custos incluem funcionarios concursados, veiculos a disposicao e bom estado de conservacao, confecçao de uniformes, placas, tintas, combustivel)

    3-Não entendo ser um bom assunto para meu blog mostrar o trabalho de quem trabalha no sol e na chuva.
    Resposta – Se nas 3 respostas anteriores, voce nao exerceu “seu direito de cidadania” e tambem “nao teve a intençao de expor os funcionarios”, ao meu entender seu ponto de vista é apenas politico, e isso nao soma em nada a nossa populaçao. Criticas existiram durante todas as gestoes, e muitos problemas atuais, ja vem se arrastando por muitos anos. Mas isto ja é assunto para muitos outros topicos.

    4-Fotografei os dois porque estavam ali,quarteirão e meio de uma situação irregular. Poderiam ser outros. Se os funcionários foram orientados para ficarem parados naquele cruzamento, em dupla, como deve ter acontecido, não estavam fazendo nada de errado. O erro é de quem orienta os fiscais a ficarem parados nos cruzamentos em duplas, em vez de ficarem circulando. A culpa é de quem não orienta os rapazes a chamar pelo rádio os guardas municipais, que têm poder para multar os infratores.
    Resposta – Chegou a todas essas conclusoes por aquele momento ? Ou obteve essas informaçoes junto aos fiscais, secretaria de transito, junto a guarda de transito encarregada pelas multas ?

    Nas demais respostas, creio que perdeu o foco da discussao, saiu do assunto transito para area politica e nesse post nao cabe a minha opniao sobre o assunto. Eu nao sou politico e muito menos partidario, eu sou Jauense e penso que o melhor é sempre aquele que resolve os problemas da nossa populaçao. Por isso apoio as ideias e propostas dos candidatos, se elas serao ou nao cumpridas é o que definira o futuro de tal candidato.

    “É isso, William. Espero ter respondido seu comentário. Obrigado por visitar meu blog e volte sempre. Mesmo que seja para discordar. Faz parte da democracia. Prometo que não vou fazer B.O. porque você pensa de uma forma e eu de outra. Aqui você não precisa ser nem jornalista, nem político, para exercitar a liberdade de expressão.”
    Resposta – Bem na verdade respondeu em parte, que me transpareceu ser apenas politica, e juro que espero estar enganado a ese respeito. Quanto a visitar seu blog, sem duvidas que o farei, mas fica uma dica, ao inves de criticar como todos fazem, tente mostrar uma possivel solucao, isso sim seria de grande valia para nossa Jau.E quanto ao B.O., eu nao tenho porque me preocupar, procuro usar o bom senso a cada segundo, avaliar mais de um ponto de vista, por isso nao cito nomes e muito menos fotos, eu nao tenho o direito de julgar pessoas, posso apenas interpretar seus atos e expor o meu humilde ponto de vista sobre a situação.

    Abraço.

    Wiliam

    • André Galvão
    • 21 de abril de 2011

    Mário, Senta a Puá, ab.

    • synesio
    • 21 de abril de 2011

    mário,

    estamos juntos,

    A VOZ DO POVO É A VOZ DE DEUS

    só que fica esperto, qualquer coincidência, faça você um BO.

  6. Obrigado, Synésio, pelo apoio. Volte sempre.

    Um abraço.

    Mário

    • Jeovah de Moura Nunes
    • 20 de maio de 2011

    Realmente necessitei interromper minhas matérias no “Comércio”. Afinal, nunca ganhei nada, nem mesmo um mísero jornal gratuito. Ganhei mesmo foi a ira do prefeito, cuja administração está pior do que a pior administração de uma prefeitura no Estado do Piauí. Não sei como é que um povo como o jauense, repleto de conhecimentos, de ojeriza pelos orgulhosos – como é o atual prefeito – vota nesse homem só porque é médico? Ora, os médicos cometem mais erros do que os não-médicos! Processado, pouco estou me lixando para isto. Pelo contrário, estou satisfeito porque tal processo dar-me-á condições de sair para vereador no ano que vem. Existem ocorrências que podem vir para o bem e não para o mal. Talvez, consiga uma expressiva votação, porque evidentemente o povo jauense me conhece e sabe o que penso e o que posso fazer de bom! O fato é que temos poucos vereadores com ênfase nos seus trabalhos. O restante só quer mesmo passear e gastar a bufunfa que ganham do povo jauense. E tenho dito!
    Meu abraço ao amigo Mário Schwarz e parabéns por este meio de comunicação rápido e satisfatório

    Jeovah de Moura Nunes

    • Jeovah de Moura Nunes
    • 21 de maio de 2011

    Tenho dois endereços de emails:

    jebatex.tonica@hotmail.com

    jeovahmnunes@ig.com.br

    SÓ ESPERO QUE O TEMPO VOE E TERMINE LOGO ESSE PESADELO JAUENSE.

    • Jeovah de Moura Nunes
    • 25 de julho de 2011

    Já que ninguém escreveu mais alguma coisa, volto eu mesmo a escrever. A “coisa” voltou de férias para a Prefeitura. É o que ele sabe fazer: PASSEAR.. PASSEAR… e PASSEAR… além de processar até um cachorro que late muito. É este o prefeitão que temos. Está na hora de começar a procurar um substituto para esse médico! Não sou cachorro não… Mas, em Jaú é muito bom ser um cachorro porque poderia dar uma bela mordida no calcanhar da “Coisa!”.

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