As tragédias do massacre do Realengo


Nosso reencontro em dezembro, depois de mais de 20 anos.

Sandro Vaia é um dos jornalistas mais brilhantes que conheço. Foi meu editor durante vários anos e graças a ele aprendi muito. Aquele tipo de comandante que se faz respeitar pela competência. Não me lembro de ter visto ele perder o controle uma única vez. Mesmo quando alguma coisa não ia bem, Sandro resolvia a questão aconselhando, mostrando o melhor caminho sem jamais erguer o tom de voz.

Saiu do “Jornal da Tarde” para fundar a revista “Afinal”, um projeto mirabolante de um cubano dono dos direitos da “Time Life” na América Latina e me levou para lá também. A redação era ótima, mas o projeto facassou porque o departamento comercial era uma lástima.

Sandro voltou para o “Estadão” e dirigiu a redação até se aposentar. Hoje tem um dos blogs mais respeitados do País.

Ontem, publicou um artigo sobre o triste episódio que aconteceu no Rio. Tão bom que Ricardo Noblat, o principal colunista do “Globo” fez questão de reproduzir no seu blog.

Recomendo a leitura também. É só clicar no link http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=373576&ch=n

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    • André Galvão
    • 8 de abril de 2011

    O texto trata com racionalidade o que a razão não consegue explicar.

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