Elizabeth Taylor

Todas as garotas da minha geração desejaram ter seus olhos violeta.

Fizemos em algum momento – um baile a fantasia, talvez – aquela maquiagem a la “Cleópatra”.

Invejamos os brilhantes que ganhava em cada reconciliação com Richard Burton.

Suspiramos por aquela cinturinha de 40 cm que ostentava em “Gata em Teto de Zinco Quente” e que, em função dos inúmeros problemas que teve com doenças, drogas, alcoolismo e casamentos em excesso, perdeu também.

Todos sabemos que teve uma vida conturbada. Mas, achou seu caminho e passou a marcá-lo pela coragem para sair em defesa de causas, para defender os amigos com lealdade, para buscar forças e lutar contra seus próprios males.

O que deve ficar é a imagem da atriz mais bonita de Hollywood apostando em suas crenças.

Mas a tristeza é inevitável. Afinal, morremos um pouco, quando um dos nossos ídolos se vai…

VERA SCHWARZ

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    • Marina Castro
    • 23 de março de 2011

    Sim! A maquiagem a la Cleópatra,os olhos verdes e a famigerada cinturinha! Referência para várias gerações de mulheres.

    É isso mesmo Vera,tudo que vc falou! Para mim Cleópatra é a Elizabeth Taylor e mais ninguém!

    PS:tive até uma cachorra boxer que se chamava Liz…era de Elizabeth Taylor!

  1. Um belo texto, Vera. Resumiu em poucas palavras a trajetória de um ídolo de nossa juventude. Abração, querida.

    • Lúcia Barizza
    • 23 de março de 2011

    Vera… Elizabeth foi apenas uma das minhas paixões femininas…já quis ser Audrey, Grace, Raquel…até Ursula…
    então eu construi a Lúcia e um mundo cheio de ídolos e sonhos…mais sonhos que ídolos…
    Hoje meu recheio são os amigos que se não tem olhos cor de violeta, deixam minha vida mais colorida.
    Adorei o texto e o blog então, nem se fala! êta casal cult.
    abraços

    • Cléo Furquim
    • 23 de março de 2011

    Eu,ainda se porventura não quisesse, quase nasci uma Cleópatra. Meu pai dizia que o meu nome era uma referência à personagem interpretada pela atriz. João Izar Neto que por muitos anos foi o nosso técnico quando eu entrei para o time de vôlei de Jaú, me chamava de Cleópatra. Quisera eu ter esses olhos, a cinturinha e o indomado gênio, nunca curti os surtos da estrela. Mas, seus bons exemplos sim. E com ela aprendi a ter coragem prá defender causas. Realmente um ícone de todos os tempos. De todas as gerações. Lindo seu texto Vera. Exprimiu a sensação de todas nós. Quase não sentiremos o seu desaparecimento, mas honraremos e teremos sempre em nossa memória, a sua imagem. Salve Liz, Salve Cléo, ops, digo Salve CleÓpatra!!!
    Beijo Vera, beijo Mário! Sou fã de vocês!!!

    • Em nome da Vera, agradeço os comentários da Marina, Waldete, Lúcia e Cléo. Obrigado e voltem sempre. Muito legal a participação de vocês.

  2. Oi, Vera, vc resumiu bem as razões do mito, as qualidades da estrela mais bonita, mais brilhante da Hollywood do século XX. Ela, tão bela e que não teve receio de se despir da ‘persona’ sempre linda e glamorosa, própria de uma diva, para mostrar problemas decorrentes de uma vida emocional mais que perturbada.Como vc disse, ainda bem que Elizabeth Taylor soube achar o seu caminho. Hoje, a ‘Dame Elizabeth’ é lembrada não apenas pela sua imensa beleza, mas pela generosidade e sentimento de solidariedade que a tornaram uma grante ativista de causas sociais, principalmente contra a Aids. Que ela descanse em paz. Parabéns pelo texto, Vera. Mário, parabéns pelo blog! Li tudinho e gostei.:) Bjs,
    Vera Martins

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